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Comportamento, valores e mais: por que autoconhecimento também é papo de CEO?

No mundo dos negócios, a cultura organizacional se destaca como um pilar fundamental para o sucesso e a longevidade das empresas. E qual a relação de cultura com o autoconhecimento de um CEO? Roberto Publio, CEO da Escola Atemporal, fala um pouco com a StartSe sobre isso.

Comportamento, valores e mais: por que autoconhecimento também é papo de CEO?

Homem pensativo (Foto: Canva)

, Redator

5 min

19 jun 2024

Atualizado: 19 jun 2024

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O autoconhecimento nada mais é do que uma investigação profunda sobre si mesmo, ou seja, uma busca por entender seus pensamentos, sentimentos, valores, motivações, comportamentos e crenças.

Mas o que o autoconhecimento tem a ver com os negócios? Ou melhor, qual é o impacto do autoconhecimento de um CEO para a cultura da organização? Roberto Publio, empresário e especialista em liderança e cultura, falou um pouco com a gente sobre isso. Confira:

"Primeiro, é importante que você entenda que a cultura de uma organização é o eco dos micro hábitos de uma gestão", diz Roberto Publio. Ou seja, é como as coisas acontecem no dia a dia, na prática. 

“O que faz a cultura de uma empresa é o que a alta gestão está tomando de pequenas decisões, grandes decisões, como estão reagindo ao meio, como estão se relacionando, dando feedback, comunicando, fazendo, agindo, pelo exemplo, como eles estão congruentes”, comenta ele. 

Isso quer dizer que a cultura está diretamente ligada ao que prevalece dentro de uma empresa independente de qualquer movimentação interna. 

É o conjunto de hábitos, crenças, valores, expectativas e atitudes que define como a organização se comporta e como trata o seu time, seus clientes e parceiros.

E esse tipo de percepção sobre o quão consciente estão sendo os micro hábitos do dia a dia, é algo que só vem do autoconhecimento

Para manter uma cultura sólida na organização, é preciso que o CEO, primeiro, se desenvolva internamente. 

“É preciso entender, primeiro, aquilo que eu (como indivíduo) acredito, aquilo que eu faço naturalmente bem, as minhas crenças pessoais, o como eu penso, o que eu penso”, completa ele.


E quais são as práticas e ferramentas indicadas para que CEOs desenvolvam autoconhecimento?

Primeiramente, é importante lembrar que o autoconhecimento não é linear, ele é um processo contínuo e perpétuo

Então, existem várias possibilidades e várias ferramentas para explorar, mas é um processo muito personalizado, cada um vai descobrindo ao longo do tempo o que mais faz sentido dentro da sua realidade particular.

Mas, se for pra citar uma ferramenta, Publio diz: o outro. “Tem muito conhecimento sobre nós disponível com os outros (...) coisas que a gente não sabe sobre nós, não percebemos, não notamos que fazemos. Mas os outros, talvez, estejam com muita vontade de nos dizer. Então, o outro é a fonte de conhecimento.” 

Ou seja, um lugar muito precioso de autoconhecimento é o feedback. Conversar com as pessoas sobre as nossas ações. Entender o que a gente faz bem, como é que a gente fortalece. 

Autoconhecimento também é papo de CEO 

No fim, é fundamental ter em mente que somos seres emocionais. 

  • “95% das nossas escolhas são inconscientes e, desses 5% que nos restam, 98% são decisões emocionais, não racionais”, comenta Roberto Publio. 

Por que importa?

Ou seja, lidar melhor com as próprias emoções por meio do autoconhecimento também precisa ser uma preocupação de CEO, pois isso vai impactar diretamente na cultura da organização e, consequentemente, no próprio negócio

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