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WhatsApp pago? Como o app quer gerar receita no Brasil

Versão paga, foco em empresas e anúncios são alguns dos planos da empresa para ter lucro com o app de mensagens mais baixado no Brasil

WhatsApp pago? Como o app quer gerar receita no Brasil

Foto: Dado Ruvic/Reuters

, Produção de Conteúdo

5 min

26 jul 2022

Atualizado: 4 jan 2023

por Marina Rafaella Preto

O Whatsapp é o aplicativo mais famoso entre os brasileiros usuários de smartphone. É ele que concentra mais tempo de uso e está na maioria das telas principais, segundo pesquisa da Mobile Time/Opinion Box. Como um aplicativo tão popular ainda não está gerando receita?

A dona do Whatsapp, Meta, já enfrentou um impasse semelhante no passado com sua primeira rede social, o Facebook. Criado em 2004, a rede social demorou 5 anos até começar a pensar em estratégias para gerar receita, como a implementação de anúncios pagos. Em 2012, a empresa adquiriu o Instagram por US $1 bilhão, como forma de diversificar o capital, e em 2014 veio a aquisição do Whatsapp, com o mesmo viés. 

Agora, a principal dificuldade para Guilherme Horn, diretor do Whatsapp no Brasil, é adotar medidas que gerem receita para o aplicativo de conversas. Já existe uma versão “business” do Whatsapp em operação, mas gratuita. A nova proposta é oferecer um serviço business premium a pequenas e médias empresas, mas dessa vez, pago.

Outra alternativa apontada pela empresa é um serviço semelhante ao Facebook Pay, onde as pessoas físicas podem pagar umas às outras dentro da plataforma. Essa estratégia é bem comum em outros aplicativos de conversa, como o WeChat na China, que tem uma wallet integrada, onde é possível colocar dinheiro e pagar compras com aproximação.

O Viber, aplicativo de conversas da japonesa Rakuten, também irá lançar sua própria wallet e serviços de pagamento, integrados com bancos e cartões de crédito. Na Grécia, por exemplo, o Viber está instalado em 91% dos smartphones, em comparação a 55% do Whatsapp no Brasil, mesmo sendo o aplicativo mais popular por aqui.

É fato que, dentre os apps móveis de conversação, o Whatsapp é a grande Máquina de Atenção por aqui e em outros lugares do mundo. A grande tarefa agora é como transformar toda essa atenção capturada em potenciais fontes de receita, como os principais aplicativos de conversa ‘Máquinas de Atenção’ estão fazendo ao redor do mundo.
 

Whatsapp (foto: Getty)

O QUE O WHATSAPP E A NETFLIX TÊM EM COMUM?

Além dos serviços de negócios pagos e dos serviços de pagamento, é possível que o Whatsapp queira aumentar seu ecossistema de parcerias, como disse Guilherme Horn, em prévia apresentação de plano estratégico. Essa é, inclusive, uma estratégia muito comum de Organizações Infinitas

Falamos recentemente do Netflix, que enfrenta problema parecido: neste caso, já existe fonte de geração de receita - as assinaturas -, mas não está sendo o suficiente. A aposta da vez é investir em anúncios pagos, por meio de uma parceria com outra empresa gigante, a Microsoft. 

Será que o Whatsapp passará a veicular anúncios pagos?


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Produtora de conteúdo na StartSe, roteirista e organizadora do Podcast Organizações Infinitas.

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