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Ludo Thinking promove experiências lúdicas às empresas e gamers, entenda

Cada jogo é personalizado para cada demanda das empresas contratantes – independentemente do seu porte

Ludo Thinking promove experiências lúdicas às empresas e gamers, entenda

Fonte: Divulgação

Conteúdo exclusivo Startups 

Foi quando trabalhava como analista de RH em uma grande empresa do Espírito Santo que Anna Paula Barbosa se aventurou a criar um jogo para tornar os treinamentos corporativos menos maçantes e com maior engajamento. Mal sabia ela que, num futuro não tão distante (exatamente em 2018), a aceitação do produto culminaria na fundação da startup Ludo Thinking.

Psicóloga por formação, Anna se juntou à designer e especialista em jogos digitais Renata Machado, que conheceu no mundo acadêmico, para dar vida à startup de Vila Velha. Ambas largaram os respectivos empregos e se jogaram no mundo dos jogos (turum tumts).

“Começamos a empreender por oportunidade, não investimos um tostão na Ludo. Com o sucesso do primeiro jogo, começamos a prestar serviços para outras empresas do Espírito Santo, até que chegou um momento em que corporações de outros estados queriam nossos jogos”, conta Anna. Foi então que, em 2019, Anna e Renata decidiram contratar mais 2 pessoas, uma ilustradora e uma programadora. 

Cada jogo é personalizado para cada demanda das empresas contratantes – independentemente do seu porte. No entanto, como muitas dores são as mesmas (a principal é falta de engajamento dos colaboradores nos treinamentos), também há jogos de prateleira disponíveis para compra no site da startup, como é o caso do Jornada Exponencial, dedicado para líderes que buscam mudar o comportamento mais tradicional para se adequarem à era digital. 


 

Jogo Jornada Exponencial (Fonte: Divulgação)

O portfólio inclui tanto jogos de tabuleiro como digitais, sendo que em alguns projetos a startup faz um mix de jogo de tabuleiro com um aplicativo. Além de atuar na área de games para educação corporativa, principal fonte de receita da companhia, a Ludo Thinking também desenvolve games de entretenimento para celular, visando atingir o público gamer.

Inclusive, até o fim do ano a startup pretende lançar o primeiro jogo para computador chamado Kind Heart Defenders, que já existe na versão para celular. Nele, o jogador defende um coração contra sentimentos ruins como a tristeza e a raiva. Fofo, né? A versão para PC poderá ser adquirida pela plataforma de jogos online Steam por um valor ainda não definido.

A guinada e os próximos planos

A pandemia foi um divisor de águas para a Ludo Thinking. Foi em 2020 que de fato a startup começou a gerar caixa com a alta demanda das empresas por produtos digitais em razão das medidas de isolamento. Segundo Anna, o faturamento da empresa dobrou e a empresa cresceu 120% naquele ano.

Hoje a startup possui 10 clientes fixos espalhados pelo país, incluindo AstraZeneca, Bayer, Samarco e Senac. Até o fim do ano, a expectativa é de atrair mais 5 empresas para a base. “Nos preocupamos em ter uma gestão otimizada para entregarmos um produto de qualidade e mais barato. O que vendemos no fim do dia não é o jogo, e sim o engajamento”, diz Anna.

Para 2023, o objetivo da startup é pensar em estratégias para ganhar escala e sustentar o crescimento. Conforme ressaltou Anna, será o caso de repensar se devem continuar com as demandas corporativas caso a caso, ou de repente criar uma plataforma que dê conta de um número maior de clientes. Para tal, investimentos externos serão muito bem-vindos.

“A nossa maior dificuldade hoje como empresa de jogos é financiar a finalização de projetos corporativos e a divulgação dos jogos de entretenimento. Por isso pensamos em nos aproximar de investidores, quem sabe até um publisher. Seria uma boa oportunidade para também diversificar nosso portfólio”, completa a fundadora. 


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