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Great Breakup: por que lideranças femininas estão deixando seus empregos a taxas recordes ― e o que as empresas precisam fazer para evitar

A Grande Separação, como tem sido chamada nos Estados Unidos, trata-se do crescimento de mulheres executivas mudarem de emprego em um ritmo mais rápido do que nos últimos anos.

Great Breakup: por que lideranças femininas estão deixando seus empregos a taxas recordes ― e o que as empresas precisam fazer para evitar

Foto: Pexels

, jornalista

5 min

19 set 2023

Atualizado: 19 set 2023

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The Great Breakup. A Grande Separação, como tem sido chamada nos Estados Unidos, trata-se do crescimento de mulheres executivas mudarem de emprego em um ritmo mais rápido do que nos últimos anos.

O que é The Great Breakup?

O termo foi criado pela McKinsey. Refere-se à tendência de mulheres em posições de liderança que saem de suas empresas porque estão, de alguma forma, se sentindo constantemente prejudicadas (no tópico “o motivo” eu explico mais sobre isso).

Ou seja: em vez de permanecerem em uma companhia onde se sentem desvalorizadas, elas optam por abandonar os atuais empregos e buscam por outras oportunidades no mercado.


Números

  • Os pedidos de demissão de lideranças femininas (10,5%) ultrapassou o de líderes homens (9%) em 2021, nos Estados Unidos.
     
  • Trata-se da maior diferença entre esses dois números registrada nos últimos anos.
     
  • Para cada mulher no nível de diretoria promovida, duas em cargos de direção deixam a empresa.
     
  • Os dados são da última edição do estudo Women in the Workplace, feita pela LeanIn.Org e McKinsey com 333 empresas americanas que empregam mais de 12 milhões de pessoas.

Mulheres trabalhando juntas (Fonte: Getty Images)

Os motivos?

“As mulheres líderes são tão ambiciosas como os homens, mas em muitas empresas enfrentam obstáculos que as impedem de avançar”, destaca o estudo.

“Além disso, são mais propensas a receber microagressões, como ter seu trabalho questionado e ser confundida com alguém em nível inicial de carreira”, completa.

“Descobrimos que 37% das mulheres líderes tinham um colega de trabalho que levava o crédito pela sua ideia”, afirma a pesquisa.

Resumo em tópicos dos motivos

  • Enfrentam mais obstáculos do que os homens para avançar na carreira
     
  • São confundidas constantemente com alguém em nível inicial da carreira (o que as descredibiliza e é considerado pela pesquisa como microagressão)
     
  • Tem colegas de trabalho que recebem crédito por suas ideias
Thumbnail do vídeo

Por que importa?

Se as empresas não tomarem medidas, correm o risco de perder não só as atuais lideranças femininas, mas também a próxima geração de mulheres líderes.

O que fazer?

Para que as empresas possam mudar esse cenário, é importante que ajustem o Broken Rung, ou na tradução do termo, o degrau quebrado. Ou seja, devem oferecer oportunidades de promoção igual para homens e mulheres.

Vale também promover uma mudança cultural. "Precisam de reconhecer e recompensar as mulheres líderes que impulsionam o progresso. E precisam de fazer o trabalho cultural profundo necessário para criar um local de trabalho onde todas as mulheres se sintam valorizadas”, diz a McKinsey.

*Este conteúdo foi publicado primeiro na newsletter Mulheres do Agora, que traz toda segunda-feira, às 17h assuntos sobre empreendedorismo, gestão e liderança. Assine gratuitamente aqui para receber as novidades primeiro. Assim, estará sempre um passo à frente.

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Imagem de perfil do redator

Sabrina Bezerra é jornalista especializada em carreira e empreendedorismo. Tem experiência há mais de cinco anos em Nova Economia. Passou por veículos como Pequenas Empresas e Grandes Negócios e Época NEGÓCIOS.

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