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Nissan projeta prejuízo e expõe o dilema das indústrias tradicionais na era da disrupção

O plano Re:Nissan mostra que eficiência é regra número um da indústria

Nissan projeta prejuízo e expõe o dilema das indústrias tradicionais na era da disrupção

Nissan Leaf (foto Divulgação)

Bruno Lois

, redator(a) da StartSe

2 min

12 fev 2026

Atualizado: 12 fev 2026

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A Nissan projeta prejuízo líquido na casa de centenas de bilhões de ienes. O número impressiona, mas o que realmente importa é o que ele revela.

Indústrias tradicionais vivem hoje um choque triplo:

Pressão por eletrificação.

Competição chinesa agressiva.

Necessidade de digitalização acelerada.

O plano Re:Nissan é uma resposta defensiva e ofensiva ao mesmo tempo. Ele busca cortar custos, reestruturar operações e reposicionar a empresa em mercados estratégicos.

Mas aqui está o ponto profundo:

Reestruturação não é transformação.

Montadoras não competem mais apenas por eficiência industrial. Competem por software, por integração com dados, por experiência digital embarcada.

Carros viraram plataformas tecnológicas.

Empresas que nasceram industriais precisam aprender a operar como empresas de software.

O prejuízo projetado não é apenas financeiro. É sintoma de transição estrutural.

A questão não é se a Nissan sobreviverá, mas se conseguirá reinventar seu modelo antes que a nova geração de fabricantes a ultrapasse definitivamente.

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Jornalista e Copywriter. Escreve sobre negócios, tendências de mercado e tecnologia na StartSe.

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