“Liderança que não desenvolve gente não é liderança. É problema disfarçado de cargo.”
Luciano Santos, ex-executivo de Google e Facebook e autor de Seja Egoísta com Sua Carreira
, Editor
5 min
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26 mar 2026
•
Atualizado: 26 mar 2026
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No palco do RH Leadership Festival, Luciano Santos trouxe aquilo que parece óbvio, mas muita empresa insiste em ignorar.
O ex-executivo de Google e Facebook e autor de Seja Egoísta com Sua Carreira trouxe uma visão que provoca e desmonta muita liderança por aí:
“Liderança que não desenvolve gente não é liderança. É problema disfarçado de cargo.”
Existe uma crença confortável no mundo corporativo: achar que bater meta e desenvolver pessoas são coisas separadas.
Luciano desmonta isso com clareza. “Resultado consistente não vem apesar das pessoas. Vem por causa delas.”
Só que isso exige um tipo de líder que muita gente evita ser:
Porque desenvolver pessoas dá trabalho. Cobrar número é mais fácil.
Sem teorias vazias, Luciano vai direto na prática.
Os pilares que sustentam essa liderança são:
Protagonismo de carreira
Chega de profissional esperando que a empresa resolva sua evolução.
Quem cresce assume responsabilidade.
Líder como mentor
Não é sobre ser simpático. É sobre ser útil.
Ensinar, direcionar, puxar o nível.
Foco no coletivo
Resultado individual sem time forte é vaidade.
Resultados por meio das pessoas
Cuidar do ambiente não é gentileza. É estratégia.
Empresas dizem que pessoas são prioridade, você já deve ter ouvido isso de algum executivo ou do próprio RH.
Mas promovem quem entrega número, mesmo destruindo a cultura e o time no caminho.
Depois não entendem por que:
Não é difícil de entender. É falta de coerência.
Líder que não desenvolve gente só multiplica problema.
Pode até entregar no curto prazo. Mas deixa um custo escondido que aparece depois.
E aqui está a virada que Luciano traz:
Mentoria não é reunião. É responsabilidade.
Não cabe na agenda, ela não é um 1:1 que você faz a cada ciclo de avaliação. Está em cada decisão, em cada conversa, em cada escolha do líder.
O mercado não precisa de mais líderes que falam bem.
Precisa de líderes que formam gente melhor do que eles, constroem times que funcionam sem depender deles e param de tratar desenvolvimento como algo secundário
Porque, no fim, é simples: ou você desenvolve pessoas, ou vai continuar gerenciando problema com título de líder.
Durante o RH Leadership Festival, foi lançado o Alun HR Power UP, a maior jornada de desenvolvimento estratégico do Brasil para RH e People.
Todo mundo fala que o RH precisa evoluir. Pouca gente fala o que acontece com quem não evolui. O Alun HR Power Up parte de um ponto incômodo e real: o RH que não entende tecnologia, dados e inteligência artificial deixa de decidir e passa a apenas executar. Simples assim.
Não é um curso para “se atualizar”. É uma jornada de 12 meses para reposicionar o RH no lugar onde ele deveria estar — no centro das decisões estratégicas, usando tecnologia para potencializar o que só o humano sabe fazer: julgar, priorizar e construir contexto.
Conheça a condição especial de lançamento.
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Bruno Lois
, Editor
Jornalista e Copywriter. Escreve sobre negócios, tendências de mercado e tecnologia na StartSe.
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