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Fim do home office? Big techs investem em escritórios

Saiba quais são as companhias que não apostam no teletrabalho permanente e o porquê.

Fim do home office? Big techs investem em escritórios

Microsoft (Christophe Morin/IP3 / Colaborador via Getty Images)

, jornalista

7 min

26 mar 2021

Atualizado: 15 dez 2022

Por Sabrina Bezerra (Texto atualizado em 15/02/2022)

Home office total? Só que não. Diversas big techs anunciaram planos de reabertura de seus escritórios (e algumas estão investindo bilhões em espaços físicos). A ideia é oferecer o modelo de trabalho híbrido – que mescla o home office e o presencial. Veja os planos das big techs abaixo:

MICROSOFT

A Microsoft pretende reabrir os escritórios no estado de Washington em 28 de fevereiro de 2022. Os planos de reabertura da empresa mudaram muitas vezes ao longo da pandemia de coronavírus, mas agora parece ser a data oficial de volta ao escritório, mas no modelo híbrido.

No entanto, a Microsoft não está exigindo – ao menos por enquanto – que os funcionários retornem ao escritório nesta data. Em vez disso, os colaboradores terão 30 dias a partir de 28 de fevereiro de 2022 para “fazer ajustes em suas rotinas e adotar as preferências de trabalho acordadas com seus gestores”, disse em comunicado Chris Capossela, vice-presidente executivo da Microsoft e diretor de marketing.

Segundo a empresa, a reabertura dos espaços físicos é uma boa alternativa, porque atende aos dois perfis de funcionários: os que preferem ir ao escritório todos os dias e os que preferem o modelo de trabalho híbrido. “Nosso objetivo é dar aos funcionários mais flexibilidade, permitindo que as pessoas trabalhem onde se sintam mais produtivas e confortáveis”, disse Kurt DelBene, vice-presidente executivo da empresa em nota.

A companhia destacou que reconhece que o ambiente de trabalho físico não é o mesmo que antes da pandemia e, portanto, estão seguindo todas as recomendações de segurança para evitar a contaminação do coronavírus. “Desde que a maioria de nós começou a trabalhar fora do local no ano passado, nossas equipes implementaram uma variedade de medidas de saúde e segurança para garantir que estamos atendendo e, em muitos casos, excedendo os requisitos definidos por autoridades locais de saúde pública. Este esforço se traduz em inúmeras ações de proteção para alinhar a nossa prioridade número 1 de proteger o bem-estar de nossos funcionários”, escreveu o executivo.

APPLE

A Apple planejava a volta dos funcionários aos escritórios em setembro de 2021. Mas por conta do aumento de casos de covid-19 e novas variantes, adiou para uma data ainda indeterminada. Ao mesmo tempo, liberou para os funcionários corporativos e de varejo US$ 1.000 para a compra de equipamentos para o home office.

O adiamento surge também após os funcionários reclamarem do modelo de trabalho híbrido anunciado pela empresa. À época, Tim Cook, CEO da Apple, disse que os funcionários deveriam retornar ao escritório três dias por semana (segunda-feira, terça-feira e quarta-feira), segundo o The Verge. Contudo, os colaboradores disseram que essa escolha deveria ser dos trabalhadores, e não da empresa.

Para Cook, o encontro presencial é importante para os colegas de trabalho não ficarem tão distantes uns dos outros. “Por tudo o que pudemos alcançar enquanto muitos de nós estivemos separados, a verdade é que algo essencial estava faltando no ano passado: um ao outro”, disse ele. “A chamada de videoconferência diminuiu a distância entre nós, com certeza, mas existem coisas que ela simplesmente não pode fazer.”

Fachada do escritório do Google em NY com as cores do orgulho LGBTQIA+ (foto: Alexi Rosenfeld/Getty)

GOOGLE

A gigante da tecnologia foi uma das primeiras grandes empresas dos Estados Unidos a adotar o home office em março de 2020, quando o coronavírus começou a disseminar rapidamente. Depois, a big tech disse que os funcionários voltariam ao escritório no início de 2022 — e sem a opção de trabalho remoto permanente. Seria o modelo híbrido (home office em alguns dias da semana). Entenda mais sobre a modalidade de trabalho na aula gratuita Anywhere Office e o formato de trabalho híbrido. No entanto, com o surgimento da variante Ômicron do novo coronavírus, o Google disse que vai adiar o retorno por tempo indeterminado.

Por outro lado, a companhia vai investir US$ 7 bilhões na construção de escritórios e data centers nos Estados Unidos. “Reunir-se pessoalmente para colaborar e construir uma comunidade é fundamental para a cultura do Google e será uma parte importante do nosso futuro”, disse Sundar Pichai, CEO do Google e Alphabet, em nota.

Alguns dos novos escritórios serão inaugurados em Houston (Texas), Portland (Oregon) e Reston (Virgínia). Além deles, a empresa está investindo em expansão de data centers em Nebraska, Carolina do Sul, Virgínia, Nevada e Texas. “Nossos centros de dados existentes em Nebraska, Ohio, Texas e Nevada estarão totalmente ativos e funcionando em 2021”, afirma Pichai. O objetivo é expandir para outros 19 estados.

Espera-se criar ao menos 10 mil novos empregos em tempo integral. “Esses investimentos não apenas nos permitirão criar novas oportunidades nos locais onde atuamos; também possibilita o fornecimento de produtos e serviços que ajudem a impulsionar a recuperação econômica”, escreveu o executivo. Se referindo ao Relatório de Impacto Econômico dos EUA de 2020, que apontou que as ferramentas de publicidade de pesquisa do Google, Google Play e YouTube ajudaram a fornecer US$ 426 bilhões em atividades econômicas para mais de 2 milhões de empresas americanas.

O mais recente investimento é o de US$ 2,1 bilhões na compra de um prédio corporativo em Manhattan — região central de Nova York, anunciado em 21 de setembro.
 

O prédio ainda está em construção e deve ficar pronto no primeiro trimestre de 2022. “À medida que o Google avança em direção a uma abordagem híbrida de trabalho mais flexível, nos reunirmos pessoalmente continuará sendo uma parte importante do nosso futuro. É por isso que continuamos investindo em nossos escritórios ao redor do mundo”, disse a empresa.

Escritório do Google (divulgação Google)

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Jornalista especializada em carreira, empreendedorismo e inovação. Formada em jornalismo pela FMU e pós-graduada em marketing pelo Senac, atua na área de negócios há quatro anos. Passou por veículos como Pequenas Empresas e Grandes Negócios e Época NEGÓCIOS.

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