A decisão mais difícil da gestão de pessoas ficou mais complexa e mais clara ao mesmo tempo.
Qual o perfil está mais perto de ser promovido e por quê?
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5 min
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3 jun 2026
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Atualizado: 3 jun 2026
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Todo gestor que já teve que escolher entre dois profissionais igualmente qualificados conhece o desconforto da decisão. Os dois entregam. Os dois são comprometidos. Os dois têm boa reputação no time. E você precisa escolher um.
Durante anos, o critério de desempate era uma combinação de senioridade, relacionamento com a liderança e, quando havia clareza suficiente, uma avaliação subjetiva de quem "tinha mais potencial". Era impreciso. Era humano. E muitas vezes estava errado.
Em 2026, o critério de desempate ficou mais claro — e mais exigente.
O McKinsey State of AI 2025 mostra que 88% das organizações já usam IA regularmente em pelo menos uma função de negócio. O Deloitte State of AI in the Enterprise 2026, que ouviu mais de 3.200 líderes em 24 países, aponta a falta de habilidade interna para operacionalizar IA como a maior barreira para captura de valor — acima de custo, infraestrutura e estratégia. O que isso significa para o gestor que precisa decidir quem promover? Que o profissional mais valioso, neste momento, não é necessariamente o mais experiente. É o que consegue transformar IA em resultado organizacional.
Esse perfil tem um nome: HIC — High-Impact Individual Contributor. E o que distingue um HIC de um bom profissional é, precisamente, a escala do impacto.
Quando você olha para seu time com essa lente, a decisão de promoção começa a ter critérios mais objetivos. Qual dos dois profissionais, quando usa IA, entrega na velocidade de dois? Qual dos dois documentou um processo, criou um template ou produziu uma análise que o time inteiro passou a usar? Qual dos dois foi consultado por pessoas de fora da equipe para ajudar a resolver um problema? Qual dos dois apresentou uma proposta com dados, com estimativa de impacto, com clareza executiva — em vez de só descrever o que fez?
Essas perguntas não têm resposta subjetiva. Elas aparecem no trabalho cotidiano. E o gestor que aprende a observá-las com consistência toma decisões de promoção melhores — e constrói um time que opera num nível acima do mercado.
Há um segundo dado do Deloitte que merece atenção: líderes têm 3,1 vezes mais chance de preferir contratar talentos AI-ready a requalificar os que já estão no time. Isso coloca o gestor numa posição estratégica: promover quem já tem essa capacidade, ou investir em desenvolvê-la?
O AI Journey da StartSe responde a essa segunda opção. O programa foi desenhado para executivos e líderes que querem se tornar a referência de IA na organização — e para gestores que querem desenvolver essa competência no time. Com 12 meses de jornada estruturada, mentorias com especialistas das principais empresas de IA do planeta e garantia de retorno em 180 dias, é o caminho mais rápido para transformar bons profissionais em HICs com IA.
Fontes: McKinsey Global Survey on the State of AI (2025); Deloitte State of AI in the Enterprise 2026; Gloat AI Labor Market Impact Report (2026).
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Bruno Lois
, Editor
Jornalista e Copywriter. Escreve sobre negócios, tendências de mercado e tecnologia na StartSe.
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