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De unicórnios a baratas: o fim do blitzscaling?

Nas analogias com a fauna, as startups mais desejadas passaram de unicórnios para camelos. E agora baratas: o jogo é de sobrevivência.

De unicórnios a baratas: o fim do blitzscaling?

Startups unicórnio agora precisam se tornar barata, a ordem é eficiência e fim do blitzscaling. (Foto: GettyImages)

, conteúdo exclusivo

6 min

3 nov 2022

Atualizado: 13 dez 2022

Cresça rápido e domine o mercado – o lucro virá depois. Nessa toada, bilhões de dólares foram consumidos – para satisfação dos investidores. Sim, eles próprios, os grandes fundos de investimento, incentivaram esse tipo de comportamento. Questionavam quando o crescimento não era tão agressivo. O nome disso? Blitzscaling.

A ordem agora é outra: resistir. Por isso, o animal que representa esse tipo de startup também ficou menos mítico: a barata. Da mesma forma que o artrópode é um dos seres vivos com maior resistência, são essas startups que devem ultrapassar o momento atual.

Por que?

O glamour e a conversa sobre blitzscaling – modelo de crescimento acelerado de empresas – deram lugar à necessidade extrema de economizar o capital ainda em caixa. Resultado de investidores mais conservadores e, por consequência, capital mais escasso para as startups que queimam milhões por mês.

SOBREVIVÊNCIA DOS MAIS FORTES

"Se você conseguir sobreviver nos próximos dois, três anos, provavelmente vai prosperar (...) é hora da barata – faça o que for possível para sobreviver". Essa foi a afirmação de Tessa Wijaya, cofundadora de uma fintech chinesa já avaliada em US$ 1 bilhão. 

Essa é a realidade já encarada por founders e investidores acostumados com crescimento constante e grandes investimentos. Muitos deles nunca viveram períodos de contração do setor. Raj Ganguly, cofundador de uma gestora de investimentos junto ao braileiro cofundador do Facebook, Eduardo Saverin, disse que "muito do que temos feito é pressionar as empresas a ter discussões mais realistas sobre o fluxo de caixa".

Quanto caixa? A prática do mercado tem sido estender ao máximo o tempo que conseguem operar sem novos investimentos. Para Jeny Lee, sócia-gerente da GGV Capital, o conselho às investidas tem sido ter dinheiro suficiente para operar por 36 meses sem novas rodadas.
Aqueles que não seguirem os conselhos e queimarem caixa em excesso poderão ter de enfrentar um downround – ou seja, captar uma nova rodada com valor de mercado inferior à última. Dessa forma, as startups estariam efetivamente vendendo participação maior por menor preço aos investidores.

Claro, apesar de causarem ansiedade no momento, os downrounds, a longo prazo, podem não fazer tanta diferença. Basta pensar em empresas de capital aberto, que têm suas ações frequentemente negociadas por valor menor (seja desde o dia anterior, até valores muito inferiores a sua avaliação no IPO). Todos – empresas abertas e privadas – enfrentarão flutuações de mercado.

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POR QUE IMPORTA?

As startups barata não surgiram por acaso: assim como em qualquer outra crise, eficiência se torna mandamento. Pode parecer estranho para quem não estava acostumado a ouvir falar nisso – afinal, é uma palavra que não era usada há anos no mundo das startups –, mas o crescimento blitzscaling deu lugar a uma operação eficiente e saudável. Quem se adaptar primeiro e resistir o período, encontrará um oásis de capital represado para receber investimentos no futuro.

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