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Mudança no consumo e omnicanalidade: as tendências econômicas para 2023

A Mastercard apresentou o relatório de tendências econômicas, trazendo os impactos de 2022 e o que é preciso olhar para 2023.

Mudança no consumo e omnicanalidade: as tendências econômicas para 2023

Mulher fazendo compra em loja (foto: Getty)

, Jornalista

10 min

4 jan 2023

Atualizado: 4 jan 2023

Depois de um ano turbulento, 2023 começa dando indícios de mudanças do comportamento do consumidor, orientando ajustes do lado dos negócios. A Mastercard lançou hoje sua previsão para o ano, o Economic Outlook 2023, explorando quatro temas que vão moldar o ambiente econômico global: altas taxas de juros e moradia, trocar pelo mais barato e pesquisar antes de comprar, preços e preferências e choques e omnicanal. 

Vamos aos destaques:

Os consumidores estão respondendo a uma inflação mais alta 'negociando' marcas e lojas e buscando o melhor valor.

Globalmente, os compradores de supermercado fizeram 31% mais viagens à loja este ano em comparação com 2019 – em parte para reduzir o desperdício de alimentos – enquanto o gasto médio por visita é cerca de 9% menor.

Por quê? Os altos custos de alimentos e energia resultaram em consumidores fazendo escolhas difíceis entre marcas e lojas dos itens essenciais para manter seus estilos de vida atuais.

Destaque do Brasil:

  • A partir de setembro de 2022, os consumidores no Brasil aumentaram em 22,1% suas compras em supermercados em relação a setembro de 2019, mas gastaram 3,3% menos por visita.
  • A partir de setembro de 2022, os consumidores no Brasil diminuíram em 30,5% suas viagens de compras de varejo em 30,5% em comparação com setembro de 2019, mas gastaram 9,4% a mais por visita.
  • A partir de setembro de 2022, os consumidores no Brasil diminuíram em 4,1% suas idas a restaurantes em relação a setembro de 2019, mas gastaram 18,5% a mais por visita.

Mulher fazendo compras no supermercado (foto: Getty)

As empresas com presença omnicanal são mais propensas a resistir a choques ao atender o cliente onde ele deseja comprar. 

A análise da Mastercard sugere que ter uma presença multicanal proporcionou um aumento de 6 pontos percentuais nas vendas do setor de varejo até 2022. Por exemplo, as pequenas lojas de roupas omnichannel superaram empresas apenas online e as lojas físicas, crescendo 10% e 26% mais rápido, respectivamente.

Por quê? A omnicanalidade ajudou a alcançar novos clientes, ampliando o reconhecimento da marca, diversificando e expandindo as ofertas e vendas de produtos e mantendo estruturas de preços mais flexíveis e direcionadas. Isso significa mais resiliência econômica, mas pode variar com base no tipo de loja. 

No lançamento do relatório, Bricklin Dwyer, Economista e head do Mastercard Economics Institute da Mastercard, disse que “os gastos com comércio eletrônico voltaram mais perto de sua parcela pré-pandêmica. No entanto, algumas categorias de varejo tiveram uma mudança para o digital mais duradoura.”

Destaques do Brasil:

  • No auge da pandemia, grandes restaurantes com operações omnicanal tiveram uma queda de 44,1% no gasto dos clientes em comparação com 2018, enquanto seus equivalentes com atendimento somente físico viram o crescimento dos gastos do consumidor cair 70,2% durante o mesmo período. Embora a mobilidade esteja voltando aos níveis pré-pandêmicos e a dependência do canal de vendas online tenha diminuído, os consumidores continuam comprando comida online a um percentual mais alto do que antes da pandemia.

Comprando comida por app (foto: Getty)

À medida que os custos de alimentos e energia consomem uma parcela maior do orçamento do consumidor, as famílias de baixa renda sentirão um aperto particularmente forte. 

De 2019 a 2022, vimos os gastos discricionários (bens e serviços não essenciais) das famílias de alta renda crescerem quase duas vezes mais rápido do que as famílias de baixa renda. 

Por quê? Em geral, as famílias de baixa renda tiveram que reduzir os gastos discricionários mais do que as famílias de alta renda ao longo de 2022 devido aos preços mais altos de necessidades como alimentos, combustível e serviços públicos, que representam uma proporção maior de seus orçamentos.

Entretanto, em 2023, menos inflação pode significar que os gastos discricionários das famílias de baixa renda se aproximam mais dos gastos das famílias de renda mais alta. Mas as disparidades permanecerão grandes devido aos preços elevados e as apreensões do mercado de trabalho podem exacerbar o hiato.

Destaques do Brasil:

  • No Brasil, de 2019 a 2022, os gastos discricionários dos portadores afluentes de cartões cresceram 78%, enquanto os gastos discricionários dos portadores não afluentes de cartões cresceram 66,3%, uma diferença de 12 pontos percentuais.

Viagem, avião (Foto: guvendemir via Getty Images)

Após anos de boom imobiliário, as taxas de juros mais altas deverão espremer os orçamentos do custo de vida, mudando amplamente a maneira como os consumidores gastam. 

As empresas, assim como as famílias, sentem a pressão da inflação alta e do aumento das taxas de juros. Seus custos estão aumentando, as margens estão apertadas e o acesso a financiamento acessível está ficando mais difícil. Aqui, novamente, há diferenças nas vulnerabilidades, desta vez atribuíveis ao tamanho da empresa e à presença digital. 

Por quê? Isso pode ser especialmente problemático para empreendedores e microempresas que dependem do valor do patrimônio imobiliário como fonte de financiamento - taxas mais altas e preços mais baixos das casas aumentam o custo do crédito.

Destaques do Brasil:

  • No Brasil, o ônus da hipoteca é de 12,7% da renda disponível – as famílias não correm um risco significativo em seus passivos hipotecários.
  • Também no Brasil, a parcela de gastos relacionados à habitação diminuiu 1,1 pontos percentuais de 2019 a 2022.

Construção (Foto: Getty Images)

Por que importa?

Chamada pelo relatório de economia global multivelocidade, alguns países, empresas e indivíduos estão mais expostos aos ventos contrários da alta inflação e taxas de juros do que outros. Isso cria uma discrepância no crescimento econômico.

O comportamento do consumidor muda ao escolher melhor, avaliando custo-benefício das marcas, e valorizando mais as experiências aos bens, dada a demanda reprimida por viagens. 


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Jornalista focada em empreendedorismo, inovação e tecnologia. É formada em Jornalismo pela PUC-PR e pós-graduada em Antropologia Cultural pela mesma instituição. Tem passagem pela redação da Gazeta do Povo e atuou em projetos de inovação e educação com clientes como Itaú, Totvs e Sebrae.

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