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O que é Web 3.0 — e o que muda em relação à Web 2.0?

Nova fase promete ser a nova tendência mundial e mudar a forma como as pessoas se relacionam com a internet — com mais segurança e privacidade dos dados

O que é Web 3.0 — e o que muda em relação à Web 2.0?

4 min

1 set 2022

Atualizado: 30 nov 2022

Por Sabrina Bezerra

Já contamos aqui que a Web 3.0 é a próxima fase da internet, só que descentralizada. Isso porque, é gerida pela blockchain, a mesma plataforma de transações de criptomoedas (vamos falar mais sobre isso adiante).

Dessa forma, a nova geração vem com uma modificação na segurança e privacidade dos usuários. “Não é mais a empresa que tem o controle da informação. É a gente — como sempre deveria ter sido”, diz em entrevista ao videocast Mulheres do Agora Ana Laura Magalhães, co-fundadora da EVE, organização autônoma descentralizada que tem o foco em incluir mulheres na Web 3.0.

Quais são as fases da internet?

  • Web 1.0: foi o primórdio da internet, quando surgiram os navegadores e o “www”. “À época, o mundo era analógico e virou um mundo digital”, conta Ana.
     
  • Web 2.0: “basicamente foi quando você começou a acessar sites e aparecia a mensagem:‘você aceita esses cookies’, e, aceitava sem ler aquelas linhas minúsculas. Foi a partir daí que a gente passou a ser controlado — sem perceber”, diz Ana.
     
  • Web 3.0: “agora, na 3.0, a gente volta a ter o controle desses dados e a decidir se quer ou não passá-los graças à blockchain”, completa a especialista.

“Mas perceba que a gente não sai da 1.0 para a 2.0, depois para 3.0. Se você prestar atenção, tem fases, como 1.1, 1.2, 1.3 até chegar na 2.0. Isso porque, são tecnologias que vão sendo liberadas e você vai tendo mais e mais acessos. A Web 3.0 vai seguir a mesma linha. Claro, tem o foco na questão da segurança, mas vai trazer outras possibilidades”, afirma Mariana Filizola, sócia e CXO na StartSe.

Ou seja, se hoje você usa os famosos cookies como estratégia de negócio, é importante buscar novas alternativas.

Mas afinal, o que é Blockchain?

A blockchain é como um livro que registra de forma ágil todas as transações já feitas. É  descentralizada e funciona por meio de criptografia

O importante é que tudo o que é registrado na blockchain é imutável — o que facilita o rastreamento de ativos em uma rede.

De forma resumida, segundo Ana, é uma sequência de informações criptografadas. “É segura porque é uma forma de catalogar a informação. Ou seja, fazer várias coisas serem possíveis, inclusive serem um rastreio de todas as informações que já passaram por esse livro, que não podem e não são perdidas.”

Isso significa que a blockchain não serve apenas para a segurança e privacidade dos seus dados na Web 3.0, como também para outros registros como documentos em cartórios. 

A título de curiosidade, a tecnologia foi desenvolvida inicialmente para o Bitcoin, a primeira criptomoeda criada no mundo, onde o objetivo seria registrar todas as transações já feitas.

Como a Web 3.0 e o metaverso oferecem mais segurança para as pessoas?

“Atualmente existem vários metaversos. Por isso, essa fase híbrida — do físico com o digital — vai permanecer na Web 3.0”, diz Cintia Ferreira, cofundadora da EVE.  

Para Cintia, a segurança é um ponto importante. Isso porque, quando um usuário infringe regras no metaverso, imediatamente é expulso. “E não volta de jeito nenhum porque [a plataforma] sabe qual é o código dela”, conta Cintia.

+ Quer saber mais? Conheça o programa Business Technowlogies, da StartSe, que prepara líderes a dominar prática das principais tecnologias disruptivas em seus negócios.

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Jornalista especializada em carreira, empreendedorismo e inovação. Formada em jornalismo pela FMU e pós-graduada em marketing pelo Senac, atua na área de negócios há quatro anos. Passou por veículos como Pequenas Empresas e Grandes Negócios e Época NEGÓCIOS.

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