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RappiBank: qual a estratégia do banco da Rappi?

O braço financeiro foi lançado no início deste ano e faz parte da estratégia da empresa para se consolidar no mercado como um superapp. Entenda.

RappiBank: qual a estratégia do banco da Rappi?

Cartão RappiBank (foto: reprodução)

, jornalista

7 min

9 jul 2021

Atualizado: 13 dez 2022

Por Sabrina Bezerra

Em busca de potencializar o negócio, as empresas da nova economia estão criando e turbinando a presença no setor de serviços financeiros. E não é diferente com o Rappi, empresa de entrega sob demanda. No início deste ano, a companhia lançou o RappiBank, banco digital vinculado ao aplicativo da empresa. O app mira tanto as pessoas físicas (usuários, entregadores e shoppers) como pessoas jurídicas (padarias, mini mercados, restaurantes). O objetivo é oferecer diversos benefícios — como cartão de crédito, empréstimo, conta digital, seguro, investimentos e financiamentos — que agreguem valor aos usuários e ao Rappi, como cartão de crédito e empréstimo. O novo braço também é uma estratégia para se consolidar no mercado como um superapp.

O QUE É O RAPPIBANK?

Trata-se de um banco digital para pessoa física e pessoa jurídica. Por enquanto, como estratégia de negócio e de olho no público-alvo — tanto consumidor, como parceiros — a empresa lançou o RappiCard, cartão de crédito co-branded. O diferencial? Cashback de 3% em compras no Rappi e 1% em outras compras. Não tem anuidade e, se aprovado, o uso online pode ser feito na hora. “Com bons benefícios, o usuário gasta mais no app e todo o ecossistema ganha [ele, por ter acesso aos bons benefícios; para os parceiros entregadores e para os restaurantes que precisam vender]", diz João Paulo Félix, CEO do RappiBank Brasil.

Na frente de empresas parceiras, a companhia lançou o RappiCapital, linha de crédito de capital de giro. O empréstimo tem valor entre R$ 10 mil e R$ 500 mil e taxa de juros a partir de 1,7% ao mês, com prazo de até 24 meses. E não é à toa. Bares e restaurantes — um dos segmentos mais cadastrados no superapp — sofreram impacto negativo por causa da pandemia de coronavírus. De acordo com uma pesquisa realizada pela ANR, em parceria com a consultoria Galunion, especializada no mercado food service, e com o Instituto Foodservice Brasil (IFB), 54% estão com impostos em atraso e 37% têm débitos com fornecedores. A linha de crédito com benefícios atraentes pode ser uma solução para a recuperação do negócio e fidelização ao Rappi. 

Entregadores Rappi (foto: divulgação/Rappi)

QUAL É O DIFERENCIAL DO RAPPIBANK?

Questionado pela StartSe sobre quais são as estratégias para ingressar em um mercado em que existem vários players consolidados, Félix disse que o principal diferencial está na relação que a empresa tem com os usuários do app. "O RappiBank é um banco feito pelo Rappi para o Rappi." "Isso porque, ninguém entende o participante do ecossistema [do Rappi] — quais são as necessidades, o tempo, os movimentos — melhor do que a gente. Nós temos essa informação e esse relacionamento para entender o que podemos ofertar", diz ele

E foi justamente com base nessa estratégia que a companhia lançou o primeiro pacote de oferta. “O crédito está relacionado ao momento que nossos parceiros vêm passando”, diz ele se referindo ao impacto causado nos estabelecimentos por causa da pandemia de coronavírus. “O principal diferencial competitivo é já ter um relacionamento estabelecido com nossa base de usuário, tanto pessoa física como pessoa jurídica.”

POR QUE IMPORTA?

A fintechzação virou moda na nova economia. A Americanas tem o AME, o Magalu possui o Magalu Pay; o Mercado Livre possui o Mercado Pago… Se antes os bancos só concorriam com os bancos, agora o cenário é outro. E não é à toa. Ingressar no mercado de serviços financeiros traz benefícios para as companhias: elas passam a ganhar com as transações realizadas por meio de pagamento. É uma forma, por exemplo, de diversificar a fonte de receita.

 

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Imagem de perfil do redator

Jornalista especializada em carreira, empreendedorismo e inovação. Formada em jornalismo pela FMU e pós-graduada em marketing pelo Senac, atua na área de negócios há quatro anos. Passou por veículos como Pequenas Empresas e Grandes Negócios e Época NEGÓCIOS.

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