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A fase ruim continua: Meta perde processo e terá que vender empresa que adquiriu

A Meta terá que vender o Giphy após decisão de órgão antitruste britânico; investigação semelhante acontece sobre aquisição de Instagram e WhatsApp. Entenda

A fase ruim continua: Meta perde processo e terá que vender empresa que adquiriu

Mark Zuckerber apresenta a marca Meta (foto: reprodução)

, jornalista da StartSe

4 min

20 out 2022

Atualizado: 23 jan 2023

Definitivamente 2022 não tem sido um ano fácil para a Meta (ex-Facebook). Um movimento que a companhia estimava ter sido bem sucedido terá que ser revertido por decisão da Autoridade de Concorrência e Mercados do Reino Unido (CMA): ela terá que vender a Giphy, empresa que adquiriu em 2020 por US$ 400 milhões.

A notícia vem a público em um momento que a maré está baixa para a Meta. A companhia tem sofrido com demissões e congelamento de novas contratações e os rumores são de que ela deverá reduzir sua sede no Vale do Silício no ano que vem – o que representa o maior corte orçamentário desde sua fundação em 2004.

E AGORA?

A compra do Giphy pela Meta (que, na época, ainda atendia por Facebook) foi questionada desde o início por autoridades europeias. O Facebook chegou a ser condenado a vender a companhia, mas recorreu à justiça britânica e, agora, perdeu em cinco das seis objeções apresentadas no recurso.

Segundo o órgão regulador britânico, o movimento reduziria “significativamente” a concorrência em dois diferentes mercados. Agora, a revenda será supervisionada pela própria CMA – e a Meta afirmou que irá colaborar com a CMA no “desinvestimento” da Giphy.

A DECISÃO CRIA PRECEDENTES?

Foto: Dima Solomin/Unsplash

Essa não é a primeira vez que órgãos antitruste olham atentamente à Meta. Isso porque a aquisição do Instagram e WhatsApp foi e continua sendo discutida até hoje, dez anos depois.

A Federal Trade Comission (FTC), agência reguladora do mercado nos Estados Unidos, e mais 46 procuradores-gerais de estados americanos estão movendo uma investigação antitruste sobre essas aquisições. Caso seja vencida, a Meta também poderá ser obrigada a vender as duas plataformas. O processo teve início em dezembro de 2020.

Vale destacar que a própria agência permitiu a compra do Instagram por US$ 1 bilhão em 2012 e do WhatsApp por US$ 19 bilhões em 2014. No entanto, foi com essas aquisições que o Facebook se consagrou como o maior conglomerado de mídia social do mundo – posto que só começa a ser ameaçado agora, com o crescimento do TikTok.


POR QUE IMPORTA?

As redes sociais são plataformas para discussões sociais, relacionamento entre pessoas e vendas. Portanto, é necessário observar atentamente cada mudança neste cenário, pois os impactos são sentidos ao redor de todo o mundo.

Há muitos movimentos acontecendo simultaneamente neste cenário: enquanto a Meta está enfrentando uma fase ruim, o TikTok continua sua ascensão e novos concorrentes surgem, como o BeReal.


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Jornalista formada pela Faculdade Cásper Líbero. Apresenta o podcast Agora em 10 na StartSe e também atua na área de Comunidades na empresa. É especialista em inovação, tecnologia e negócios.

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