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LinkedIn permite que funcionário escolha modelo de trabalho

Busca pelo modelo de trabalho ideal divide opiniões entre as gigantes da tecnologia. Mas afinal, quais são os prós e os contras das modalidades? Entenda!

LinkedIn permite que funcionário escolha modelo de trabalho

(Foto: Gabriel Varaljay on Unsplash)

7 min

2 ago 2021

Atualizado: 30 nov 2022

Por Sabrina Bezerra

Home office, híbrido ou presencial? A busca pelo modelo de trabalho ideal, principalmente após a chegada da pandemia de coronavírus, nunca esteve tão em alta. Mas entre escolher um e outro, o LinkedIn, rede social de negócios, decidiu atualizar a política de trabalho híbrido e, agora, são os funcionários que decidem quando irão ou não para o escritório.

O que mudou: no final do ano passado, a companhia decidiu que os funcionários deveriam dividir o seu tempo de trabalho entre o escritório e o home office. Agora, “estamos adotando a flexibilidade com funções híbridas e remotas, esperando que mais de nós fiquemos remotos do que antes da covid-19 e eliminando a expectativa de estar no escritório 50% do tempo”, diz em comunicado Ryan Roslansky, CEO no LinkedIn.

QUAL MODALIDADE AS BIGTECHS ESCOLHERAM?

Dar autonomia para o funcionário escolher vai na contramão, por exemplo, de algumas big techs. Os colaboradores da Apple receberam, no início de junho, um comunicado de Tim Cook — presidente da empresa — informando que todos os colaboradores deveriam voltar ao escritório no início de setembro deste ano. Sendo três dias presencialmente e dois teletrabalho. Agradou alguns, outros não. O Google e a Amazon também adotaram o mesmo modelo, mas recentemente liberaram mais flexibilidade. 

+ Na contramão de muitas empresas que aderem ao home office definitivo, essas big techs planejam a volta para o escritório

HOME OFFICE TOTAL, HÍBRIDO E PRESENCIAL

Com a vacinação avançando em todo o mundo e a flexibilização de distanciamento social, surge a dúvida sobre qual modalidade de trabalho seguir. Para Juliana Alencar, Chief Culture Officer da StartSe, o ideal não é escolher apenas uma modalidade. “Tudo em excesso não é legal, não gera um equilíbrio. Um balanço entre os mundos [home office e presencial] é o ideal", diz ela. 

Isso porque, de um lado, o home office oferece mais qualidade de tempo. “O profissional ganha mais agilidade e não perde tempo com deslocamento, muitas vezes tem alimentação mais saudável em casa e fica mais tempo com o cachorro, o filho, os familiares”, afirma Juliana. “Mas do outro, 100% home office tem um lado negativo: a gente deixa de se desenvolver como ser humano. Hoje é uma super zona de conforto boa ficar em casa, mas o quanto estamos deixando de nos desenvolver como seres humanos? Quantos conflitos e tomadas de decisão estamos deixando de ter? Hoje parte da nossa evolução como seres humanos e consequentemente como profissionais é estar próximo fisicamente."

Para a especialista, o ideal não é escolher apenas uma modalidade. “Tudo em excesso não é legal, não gera um equilíbrio. Um balanço entre os mundos [home office e presencial] é o ideal", conta.

O comentário de Juliana vem ao encontro da pesquisa realizada pela consultoria IDC a pedido do Google Cloud, a qual mostrou que 59% dos entrevistados preferem o modelo de trabalho híbrido. Além disso, 43% disseram que o modelo híbrido já foi definido — no pós-pandemia — pelas empresas onde trabalham. 

O ideal seria cravar os dias da semana que o profissional deve ir ao escritório? “Cada vez mais essas decisões de dinâmica de time saem da mão da área de recursos humanos e entram no radar da liderança da área. A escolha deve ser definida de acordo com as demandas do setor. O que eu indico: combinar de ir, ao menos, uma vez na semana ao escritório, se possível”, afirma Juliana. “Quando a decisão é tomada pela governança, o protagonismo não é do funcionário. E essa decisão entra em conflito com o que as empresas da nova economia tanto querem: que o colaborador tenha senso de dono."

+ Saiba mais: Anywhere Office e o formato de trabalho híbrido

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Jornalista especializada em carreira, empreendedorismo e inovação. Formada em jornalismo pela FMU e pós-graduada em marketing pelo Senac, atua na área de negócios há quatro anos. Passou por veículos como Pequenas Empresas e Grandes Negócios e Época NEGÓCIOS.

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