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Quais fatores a empresa precisa levar em consideração quando o assunto é diversidade e inclusão?

Erica Queiroz, colunista da StartSe, traz a importância da diversidade e da inclusão em 2023 para um mundo e um marketing mais diverso. Confira!

Quais fatores a empresa precisa levar em consideração quando o assunto é diversidade e inclusão?

Grupo tendo uma reunião (Foto: miniseries via Getty ImagesO

, Colunista

8 min

22 dez 2022

Atualizado: 25 mai 2023

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É claro que não é de hoje que a diversidade e a inclusão se tornaram um assunto abordado com frequência, mas elas têm se tornado mais e mais importantes nos últimos anos.

E, se você pensa em algo para deixar a sua empresa mais relevante em 2023, esse é o caminho. Crescemos acreditando que o mundo ideal era composto por pessoas perfeitas, jovens, magras, bonitas, inteligentes e ricas, com caras e corpos de modelos.

Mas a vida real não é assim, não é mesmo? Não é um conto de fadas, as mulheres não são princesas, os homens não são príncipes em um cavalo branco. Enfim, a vida real não é o mundo que nos fizeram acreditar que existia.

No mundo real, somos de raças e etnias diversas, temos as mais variadas idades, de bebês recém-nascidos a idosos. Possuímos os mais variados tipos de pele e cabelos, corpos magros e outros muito acima do peso. Além disso, há homens que gostam de homens, mulheres de mulheres, gente que ama várias pessoas ao mesmo tempo (poliamor), casais de três pessoas (os trisais) e assim por diante.

Qual a importância da diversidade e inclusão?

Na vida, somos todos diferentes. E é isso que nos torna únicos. Então por que falar com as pessoas como se elas fossem todas iguais?

Ainda mais no Brasil, um dos países mais diversos do mundo, em que há mistura de portugueses com indígenas, africanos, italianos, alemães, holandeses, libaneses, japoneses… Sem falar nas outras infinitas características que marcam a individualidade de cada um.


Como promover a inclusão e diversidade?

Humanização
Hoje, as empresas que mais se destacam são aquelas que humanizam toda a sua comunicação.

Mas não é uma humanização qualquer. Ela tem que ser feita de modo que as pessoas se identifiquem com aquelas que estão passando a mensagem da empresa.

Sabe quando você vê um vídeo ou uma foto e queria estar naquela situação? Queria que aqueles fossem os seus amigos, a sua tribo? Então, isso é parte da humanização, entre outros quesitos.

Sem identificação, não adianta nada humanizar.

Diversidade e inclusão

A diversidade e a inclusão não são algo tão simples quanto parece. A empresa precisa levar em consideração vários fatores como, por exemplo:

  • Idade
  • Gênero
  • Sexualidade
  • Raça e etnia
  • Características físicas das pessoas (altura, peso, tipo de corpo, rosto, pele, cabelo…)
  • Origem/nacionalidade (tem empresas que usam fotos e vídeos de bancos de imagens internacionais e as pessoas não se parecem em nada com os brasileiros mais típicos)
  • Nível social
  • Nível cultural
  • Profissão
  • Religião
  • Afiliação política
  • Hábitos
  • Saúde e fitness
  • Deficiências
  • E diversos outros

Como tornar a comunicação mais diversa e inclusiva?

1 - Defina bem o seu público-alvo

Pense em todos os itens listados acima e outros que podem fazer sentido para o seu negócio. Lembre-se: sempre há pessoas que podem ser incluídas no seu público. Portanto, não deixe de falar com elas e não filtre demais a seleção.

2 - Olhe para a sua equipe

É o primeiro lugar em que você pode começar a implementar a diversidade. Sempre soubemos que times com pessoas com experiências diferentes podem agregar mais valor aos projetos que desenvolvem. O mesmo vale para a sua equipe. Assim, quanto mais diversa ela for, mais próxima ela estará dos diferentes públicos que podem ser servidos pelos produtos ou serviços que a sua empresa oferece.

3 - Entenda o seu público de forma profunda

Não use só uma pessoa como “amostra para opiniões”. Converse com várias pessoas e peça aos membros da equipe para fazerem o mesmo. Se for um público muito diferenciado, converse com influenciadores e membros desse público. Faça o que for preciso para que haja uma verdadeira identificação com ele.

4 - Crie uma sinergia entre as campanhas e o seu público

Não adianta ter uma pessoa que não goste de crianças sendo porta-voz da sua empresa ou criando campanhas para esse público.

Não haverá uma sinergia entre eles, a pessoa não saberá os games que as crianças jogam, as roupas que gostam de usar, os brinquedos para a sua idade, os passeios que gostam de fazer com os pais ou amigos.

Também não adianta ter uma pessoa heterossexual criando campanhas para o público homossexual. Se a pessoa não tiver amigos homossexuais ou convivido com eles por um bom tempo, nunca saberá se colocar no lugar deles, para tentar entender o que eles sentem e enfrentam, por exemplo.

5 - Use palavras, gírias e expressões que esse público entenda

Fale a linguagem do seu público. Cada público, cada “tribo”, tem uma linguagem em comum. Se a pessoa gosta de funk, por exemplo, use expressões do funk. Desse modo, quem não curte esse estilo musical, provavelmente não terá ideia do que se trata. Pessoas de religiões diferentes possuem hábitos diferentes e, certamente, muitas expressões diferentes também. E assim por diante. Portanto, mapeie as palavras, expressões e gírias que permeiam a vida delas.

6 - Use fotos e vídeos de pessoas reais (em todos os sentidos)

As pessoas de bancos de imagens certamente são reais. Contudo, dá para ver que as fotos são “montadas”, muitas vezes sem naturalidade e muito produzidas. Sem falar naquelas que só mostram gringos (a não ser que este seja o seu público). Desse modo, é necessário sempre utilizar interlocutores com os quais o público se identifique. 

Caso não saiba como começar a diversificar, use a marca Dove como exemplo.

E aí, já tinha pensado em todos esses fatores sobre diversidade e inclusão?

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Executiva de Marketing, com mais de 20 anos de experiência, tanto online quanto offline; com atuação internacional em diversos países. Escreve na StartSe sobre as principais tendências do setor.

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