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A era da pressa expôs um problema: empresas estão evoluindo sem direção

Tavane Gurdos, CEO da Alun Business, mostra por que crescimento sem maturidade virou o novo risco das organizações

A era da pressa expôs um problema: empresas estão evoluindo sem direção

Tavane Gurdos, CEO da Alun Business

Bruno Lois

, Editor

4 min

26 mar 2026

Atualizado: 26 mar 2026

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As empresas nunca tiveram tanta tecnologia à disposição.
E, ainda assim, seguem perdidas.

No palco do RH Leadership Festival, Tavane Gurdos resumiu o momento atual com precisão: vivemos a era da pressa. Um cenário em que organizações tentam crescer rápido enquanto lutam para manter eficiência.

O resultado? Um equilíbrio instável.

Tecnologia não resolveu o problema

Existe uma crença confortável de que mais tecnologia leva automaticamente a mais maturidade.

Os dados mostram o contrário.

Segundo pesquisa do Grupo Alun, apenas 13% dos profissionais de RH consideram suas empresas altamente maduras.

Ou seja:
a tecnologia avançou.
a capacidade de usar bem, não.

O limbo organizacional

Tavane trouxe um diagnóstico direto: o que funcionava antes não funciona mais.
e o que é novo ainda não está pronto ou suficientemente maduro.

Esse é o lugar onde a maioria das empresas está operando.

A Gartner chama isso de mudança desgovernada — transformação acontecendo em alta velocidade, sem direção clara.

E nesse cenário, a tendência é conhecida:

— iniciativas desconectadas
— decisões reativas
— esforço alto com pouco impacto

Pensar fora da caixa não resolve mais

Durante anos, o discurso foi “pensar fora da caixa”. Tavane provocou: isso já não basta.

É preciso entender o espectro completo do pensamento.

Ou seja, não é só criar. É saber quando otimizar, quando inovar e quando abandonar.

A transição que importa agora é clara: sair da obsessão por eficiência e avançar para criação de valor.

O novo tipo de trabalho

Essa mudança já aparece em áreas técnicas.

No desenvolvimento de software, por exemplo, o gargalo deixou de ser execução.
Hoje, o diferencial está em:
— arquitetar soluções
— pensar produto
— garantir qualidade

O mesmo movimento começa a acontecer no RH.

O novo papel do RH

Se antes o foco era processo, agora o desafio é outro: criar contexto onde o valor continua surgindo.

Isso envolve:
— preparar o ambiente para inovação
— alinhar tecnologia com estratégia
— garantir que as pessoas consigam operar em meio à incerteza

E, principalmente, sustentar um ritmo constante de evolução.

Porque a liderança já entendeu uma coisa: inovação não é evento. É continuidade.

A fala de Tavane expõe um ponto que muitas empresas evitam encarar: muitas vezes não falta esforço, falta direção.

Crescer rápido sem maturidade não é vantagem. É, pelo contrário, um risco acumulado.

O Alun HR Power Up, lançado no evento pela StartSe, foi desenhado para dar mais clareza para o caminho que todo líder de RH vai precisar trilhar a partir de agora. 

Acesse aqui e entenda como participar.

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Jornalista e Copywriter. Escreve sobre negócios, tendências de mercado e tecnologia na StartSe.

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