Exit: entenda o que é a expressão comum no mundo startups

Isabella Carvalho

Por Isabella Carvalho

26 de agosto de 2019 às 08:05 - Atualizado há 1 ano

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Ter uma startup de sucesso é a meta de todo empreendedor. Para alguns, isso significa alcançar um determinado número de clientes ou vendas. Para outros, é chegar ao tão esperado exit. A expressão se refere ao ponto de “saída” da startup, ou seja, momento em que ela é vendida. Assim, além do retorno financeiro aos investidores e fundadores, a empresa pode crescer e atingir novos mercados.

O exit pode acontecer de algumas formas. No caso da venda estratégica para outra empresa, a compradora assume a startup, que pode continuar atuando de forma independente, incorporar seu produto como uma unidade dentro da companhia ou ter sua equipe transferida para outras frentes.

Saiba mais: A vida depois do exit — e como chegar até ele

Em outra situação o empreendedor pode vender sua participação para outros fundos de Venture Capital ou, em casos mais expressivos, fazer a abertura de capital da empresa (IPO) — tipo de oferta em que as ações da startup são vendidas para o público em uma bolsa de valores.

No Brasil, alguns exits ganharam destaque. Em 2017, a Linx, empresa de software de gestão para varejo, anunciou a compra da startup ShopBack por R$ 39 milhões. Em 2018, a companhia comprou a Hiper, startup focada no desenvolvimento de software para micro e pequenos varejistas. Com essa e outras aquisições a Linx criou duas marcas em seu portfólio: a Linx Impulse Suite e Linx Pay Hub.

Já neste ano, a startup Conaz, do setor de construção civil, também chegou ao exit. A construtech foi adquirida pela Ambar, empresa de soluções tecnológicas e sustentáveis com foco em moradias populares. Neste caso, a startup se tornou uma unidade de software da companhia.