Com US$ 3,5 bilhões, 2020 se torna o maior ano de investimentos em startups

Tainá Freitas

Por Tainá Freitas

15 de janeiro de 2021 às 16:48 - Atualizado há 2 meses

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2020 foi, para dizer o mínimo, um ano surpreendente — inclusive no ecossistema de startups. Iniciamos o ano com a notícia de que a Loft havia se tornado o mais novo unicórnio brasileiro, ainda em janeiro. E então… A pandemia ganhou força no Brasil.

Mas, em um momento de completa instabilidade, o capital de risco continuou apostando em empresas que são naturalmente imprevisíveis. Com US$ 3,5 bilhões, 2020 se tornou o ano de maior investimento em startups.

Com um aporte de US$ 225 milhões, a Vtex ganhou a alcunha de unicórnio em setembro. A empresa faz parte de um segmento que foi muito favorável para o momento: o e-commerce. O setor cresceu 122% até novembro do ano passado, de acordo com a Câmara Brasileira de Economia Digital.

Embora não faça vendas diretas, a Vtex se destacou por oferecer software para varejistas de diversos portes, em um momento em que a digitalização era a maior necessidade.

Mas a lista de unicórnios não acabou por aí! Em dezembro de 2020, o banco digital C6 Bank se tornou um unicórnio após receber um aporte de R$ 1,3 bilhão. Criado por ex-executivos do BTG, o banco se destaca por oferecer um grande portfólio de serviços de forma totalmente online.

Já o último unicórnio consagrado em 2020 foi a Creditas. A fintech de empréstimo com garantia levantou US$ 255 milhões, com a participação de fundos como Kaszek, Softbank, Amadeus, entre outros. O ano foi positivo: a empresa mais do que dobrou sua receita de 2019 apenas nos primeiros nove meses de 2020, atingindo R$ 232 milhões.

Para entender o impacto dessas companhias no ecossistema brasileiro de startups, veja a análise de Piero Franceschi e Junior Borneli. Eles contam, ainda, quais são as expectativas para 2021 — que já começou com um novo unicórnio para a lista.