Sobre Nós
Para Você

NOVO

Para Empresas
Conteúdos
Eventos
Game Changers
Tools
NOVO

Para Você

Avance na carreira e renove seus conhecimentos na mesma velocidade que o mundo muda: na do AGORA

Ver todos

Cursos

Certificações internacionais inovadoras que trazem o que há de mais atual em gestão para um mundo em transformação

Imersões

Imersões executivas presenciais nos mais avançados polos de inovação e empreendedorismo do mundo

Tools

NOVO

As ferramentas de inteligência artificial desenhadas para o seu negócio

Conteúdos

Conteúdo diário sobre inovação, empreendedorismo e os temas mais relevantes do AGORA para que você não perca nada


Por que a Xiaomi está demitindo 10% dos funcionários?

A empresa chinesa está sofrendo com a Covid Zero do país; entenda

Por que a Xiaomi está demitindo 10% dos funcionários?

Fechada loja Xiaomi (foto: Getty)

, jornalista da StartSe

4 min

22 dez 2022

Atualizado: 23 jan 2023

Reestruturação em busca de mais eficiência é a justificativa da maioria das empresas que realizam demissões em massa. E isso não é diferente para a Xiaomi, uma das maiores empresas de smartphones do mundo, que demitiu cerca de 10% de sua força de trabalho.

O que diferencia a Xiaomi das outras bigtechs que realizaram layoffs – como Meta, Amazon e Twitter, por exemplo – é que a empresa foi profundamente afetada pela política macroeconômica da China.

A maioria dos funcionários da Xiaomi estão localizados no país, que sofreu economicamente com a política de Covid Zero. Na prática, fábricas inteiras eram fechadas caso algum caso de Covid fosse detectado. A medida provocou grandes protestos em todo o país e, agora, o governo afrouxou algumas medidas.

A Xiaomi e a China

De acordo com dados da empresa, a Xiaomi contava com 35 mil funcionários ao redor do mundo em setembro deste ano. Deste número, 32 mil pessoas ficam na China.

As demissões em massa aconteceram em diversos departamentos, incluindo o setor de smartphones, responsável por 60% da receita da companhia. No terceiro trimestre deste ano, as vendas do setor caíram 11%.

Esta não é a primeira redução do quadro de funcionários realizada pela Xiaomi neste ano. Ao longo dos primeiros nove meses de 2022, a empresa demitiu 1.900 funcionários. 

Nova estratégia de negócios?

Foto: Xiaomi

Ao passo que a venda de smartphones cai, a empresa chinesa está criando novas frentes de negócio. Em agosto, a Xiaomi anunciou uma parceria com uma montadora chinesa para criar a Xiaomi EV, sua divisão de carros elétricos, na qual investiu cerca de 829 milhões de iuanes.

Agora, resta observar se as demissões também irão afetar o novo negócio da companhia.

 

Por que importa?

As demissões estão acontecendo no Brasil e no mundo, em startups, grandes empresas e bigtechs. No entanto, além de demitir funcionários para diminuir custos, é importante analisar como a empresa planeja se recuperar da situação.

No caso da Xiaomi, a expectativa é que a terceira maior empresa de smartphones na América Latina continue inovando, mas agora em novas frentes de negócio. Este é um caminho para se tornar uma Organização Infinita.



Assuntos relacionados

Imagem de perfil do redator

Jornalista formada pela Faculdade Cásper Líbero. Apresenta o podcast Agora em 10 na StartSe e também atua na área de Comunidades na empresa. É especialista em inovação, tecnologia e negócios.

Abra sua cabeça para as novas oportunidades!

Cadastra-se e receba diariamente o resumo do que importa com a análise do time StartSe!

Leia o próximo artigo