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Warren recebe aporte de R$ 300 milhões; fintech acredita no fim do modelo de agentes de investimentos

A fintech, criada com o objetivo de descomplicar os investimentos, cresceu quase 1000% no último ano

Warren recebe aporte de R$ 300 milhões; fintech acredita no fim do modelo de agentes de investimentos

Time da Warren

, jornalista da StartSe

6 min

28 abr 2021

Atualizado: 23 jan 2023

Por Tainá Freitas

A fintech de investimentos Warren recebeu um aporte de R$ 300 milhões. A rodada Series C foi liderada pelo fundo GIC e conta com a participação de Ribbit Capital, Kaszek, Chromo Invest, QED, Meli Fund e Quartz, presentes em rodadas anteriores.

O objetivo da fintech é claro: acabar com o modelo de investimentos dos agentes autônomos praticado por empresas estabelecidas como XP Investimentos e BTG Pactual. “Nos Estados Unidos e Europa, o agente autônomo já é uma turma extinta. Lá, o que vigora é o RIA – Registered Investor Advisor -, que não ganha comissão e cobra o cliente de forma transparente”, afirma Tito Gusmão, fundador e CEO da Warren, em entrevista à StartSe.

A companhia acredita que há um conflito de interesses quando os funcionários recebem comissão pelos investimentos realizados. Por isso, possibilita que clientes façam aportes em diversas modalidades – e sejam atendidas por especialistas --, mas há uma única taxa a ser cobrada (o que exclui as de corretagem, administração, custódia, entre outras).

O que a empresa ganha ao oferecer produtos de outras gestoras é devolvido em forma de cashback ao usuário. A Warren também possui os próprios fundos de investimento – da gestora Warren Asset Management – como o Equals, formado por empresas com políticas de igualdade de gênero; Green, das empresas reconhecidas pelo ESG; e Tech, que reúne empresas de tecnologia.

 

OS PLANOS DA WARREN PÓS-INVESTIMENTO

A rodada série C acontece quase um ano depois da série B, em que a fintech recebeu R$ 120 milhões. O primeiro aporte foi em 2019, de R$ 25 milhões. Agora, o foco da companhia é utilizar o dinheiro em caixa para reforçar o time de tecnologia.

Atualmente, a startup possui 400 funcionários – e deve alcançar 600 pessoas até o final do ano. “O time que mais irá crescer é o de tecnologia, que já corresponde a quase 40% da empresa”, explica Gusmão. Ele afirma ainda que, embora a companhia tenha crescido “quase 1000%” nos últimos doze meses, também irá investir em marketing para continuar o crescimento acelerado.

Saiba mais sobre a cultura da Warren na aula “Gestão e liderança: propósito, pessoas e um lugar seguro” abaixo, com Kelly Gusmão, líder de pessoas da startup.

 

COMO A WARREN FUNCIONA?

A Warren foi fundada em 2017 por Tito e André Gusmão, Rodrigo Grundig e Marcelo Maisonnave. A empresa nasceu com a missão de “descomplicar” o mundo dos investimentos. Desde o início, os usuários respondiam um questionário para ter seus perfis de investidores traçados e, assim, começar a apostar no que era mais condizente para cada um. Eles investem para atingir os próprios objetivos, como lua de mel, faculdade, entre outros.

Hoje, a empresa oferece diversas modalidades de investimentos, incluindo o trade. Embora a recomendação de carteiras de acordo com o perfil de cada cliente seja algo automatizado, eles contam com o apoio de pessoas na tomada de decisões. “Sempre acreditamos que o setor de investimentos é mais emocional do que racional. Pessoas querem falar com outras pessoas mesmo que seja para validar o que elas já fizeram”, conta Tito Gusmão. (Assista a aula “Os impactos econômicos da Inteligência Artificial” abaixo para entender mais sobre a questão humanos x máquinas no mercado financeiro na perspectiva dos fundadores da Warren).

A escala – um objetivo da maioria das startups – é possível neste setor, embora ainda seja necessário o contato humano. Mas a conta é positiva: a Warren possui 9 escritórios espalhados pelo Brasil e, atualmente, 200 mil clientes. Embora os escritórios continuem sendo o local onde os funcionários trabalham (em tempos pré-pandemia, é claro), eles também se tornam locais seguros em que o cliente pode recorrer e ajudam a trazer mais confiança. “Muitas pessoas preferem o olho no olho – agora, em tempos de pandemia, mesmo que seja via videoconferência”, comenta o fundador da Warren.

De acordo com uma pesquisa da Accenture sobre millenials investidores, 67% deseja recomendações de robôs como um elemento básico do setor; ao mesmo tempo, 66% também espera um portal em que possam ser autônomos e ter acesso a especialistas. Alguma semelhança com o que a Warren oferece hoje?

 

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Jornalista formada pela Faculdade Cásper Líbero. Apresenta o podcast Agora em 10 na StartSe e também atua na área de Comunidades na empresa. É especialista em inovação, tecnologia e negócios.

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