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Empresas Brasileiras

Por que a edtech Gama demitiu 40% da sua força de trabalho?

A Edtech Gama Academy, que faz parte do ecossistema Ânima Educação, demitiu mais de 40 pessoas esta semana

Por que a edtech Gama demitiu 40% da sua força de trabalho?

Conteúdo exclusivo Startups 

Ex-funcionários ouvidos pelo Startups afirmam que a empresa tinha pelo menos 100 colaboradores, o que representaria um corte de aproximadamente 40%.

Em uma lista provisória já aparecem 39 funcionários desligados de áreas como produto, desenvolvimento, análise de projeto, entre outras. Os cortes afetaram diversos níveis da empresa, incluindo cargos de liderança: o então diretor de tecnologia, Ricardo Ferro, e a diretora de produtos, Marcela Marche, aparecem na lista dos profissionais desligados.

Ao Startups, a companhia confirmou que houve desligamentos. Na verdade, ela fala em ‘reestruturação interna’, sem informar o número de funcionários afetados:

“A Gama Academy comunica que realizou uma reestruturação interna que visa, dentre outros objetivos, promover maior sinergia entre as equipes e eficiência às suas operações, principalmente nos setores de tecnologia e produtos. Com as mudanças, a Gama Academy busca se adequar às novas dinâmicas do mercado brasileiro e fortalecer, ainda mais, seu pilar educacional. É importante destacar que grande parte dos talentos dispensados serão encaminhados e sugeridos para oportunidades na Ânima Educação, que é investidora da Gama Academy”, afirmou a startup, em nota.

A Ânima Educação adquiriu 55,78% da Gama Academy em julho do ano passado, por R$ 33,8 milhões. A edtech foi criada em 2016 por Guilherme Junqueira, um dos fundadores e ex-diretor executivo da Associação Brasileira de Startups (Abstartups). A empresa é uma das primeiras a trabalhar no modelo de formação de profissionais na área de tecnologia com cursos de curta duração de olho nas necessidades de empresas.

Razão dos cortes

Para a equipe, a companhia justificou os cortes pelos impactos do mercado atual nos negócios. “Devido ao cenário atual do mercado, e prezando a ‘saúde financeira’ da emprea, dispensaram mais de 40 funcionários. A empresa ressaltou várias vezes que [as demissões] não são por motivo de desempenho ou comportamento, e sim pelo cenário atual do mercado mundial”, disse um ex-funcionário ouvido pela reportagem.

“Disseram que o momento que a empresa está passando não é muito bom no quesito financeiro. Por isso, tiveram que tomar essas medidas e cortar o time”, acrescentou outro colaborador impactado pelos cortes.

Aos profissionais desligados, a Gama Academy estenderá por 1 mês os benefícios de plano de saúde, cartão flexível Flash e o Zenklub, plataforma de serviços de bem-estar e saúde emocional. A companhia afirmou que apoiará os demais profissionais a se recolocar no mercado por meio de sugestões e encaminhamentos para oportunidades junto aos seus parceiros.

“A empresa entende que reestruturações são processos complexos, uma vez que impactam a vida de muitas pessoas. Por isso, vem realizando toda essa mudança de forma humanizada, buscando reduzir o eventual impacto nos colaboradores afetados pelas mudanças. A Gama está atuando ativamente para que todos sejam recolocados o mais breve possível e segue aberta para sanar dúvidas que eventualmente possam surgir”, pontua a edtech.

“A empresa tem uma cultura muito agradável, humanizada, não existe preconceito e sim inclusão. Os líderes são extremamente próximos e a liderança humanizada de fato existe. A empresa sempre foi transparente com todos”, diz um ex-colaborador. No entanto, outra pessoa ouvida pelo Startups traz uma visão diferente sobre o processo offboarding. “Não consegui me despedir dos colegas, pois cortaram os acessos logo depois”, afirma.



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