Oito em cada dez líderes preferem contratar quem domina IA a quem tem mais experiência. Entenda o que isso muda para você.
Profissional de tech trabalhando (Fonte: Burst/Shopify)
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5 min
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10 jun 2026
•
Atualizado: 10 jun 2026
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Você passou anos acumulando experiência, entregando resultados e construindo um histórico sólido. E mesmo assim, nas últimas entrevistas ou processos seletivos, sentiu que algo mudou. Que as perguntas eram diferentes. Que o que você tinha para mostrar, por algum motivo, não pesava mais da mesma forma que pesava antes.
Não foi impressão. O critério mudou.
Segundo o COO do LinkedIn, Daniel Shapero, em entrevista à CNBC em maio de 2025, oito em cada dez líderes afirmam que preferem contratar alguém que se sente confortável com ferramentas de IA do que alguém com mais anos de experiência, mas menos fluência na tecnologia. E esse número não é um dado isolado. O LinkedIn Work Change Report 2025 projeta que até 2030, 70% das habilidades usadas na maioria dos cargos terão mudado — com IA como principal catalisador.
O que está acontecendo não é uma moda. É uma reconfiguração estrutural do que significa ser competente em qualquer área.
O profissional que as empresas mais disputam hoje não é necessariamente o que tem o currículo mais longo. É o que opera no que o mercado começou a chamar de HIC — High-Impact Individual Contributor, ou Contribuidor Individual de Alto Impacto. Um especialista que, independentemente do cargo, resolve os problemas que os outros não conseguem, influencia decisões sem precisar de autoridade formal para isso, e multiplica o resultado do time ao redor. Em 2026, esse perfil ganhou um quarto elemento que se tornou inegociável: a capacidade de usar IA de forma sistemática, não experimental.
A diferença entre usar IA de vez em quando e usá-la de forma estruturada no trabalho é enorme — e está aparecendo nos resultados. Segundo pesquisa da Business.com de janeiro de 2026, profissionais que integram IA ao fluxo de trabalho real economizam em média 5,6 horas por semana. Quem usa com método e consistência chega ao dobro disso. Projetado sobre um ano, são semanas inteiras de produtividade gerada que o profissional ao lado simplesmente não tem.
Para quem está num processo seletivo, isso se traduz numa pergunta que os recrutadores estão fazendo de formas diferentes, mas que tem sempre o mesmo núcleo: você usa IA para entregar? E se usa, consegue mostrar como?
A resposta certa não é listar ferramentas que você já testou. É demonstrar que IA faz parte do seu processo de trabalho — que você sabe quando usar, para quê usar, e o que muda no resultado quando você usa. Esse tipo de fluência não se aprende com experimentos pontuais. Ela se constrói com método.
O AI Journey da StartSe foi desenhado exatamente para esse ponto de transição: profissionais que já entregam bem e querem estruturar o uso de IA de forma que apareça nos resultados — não apenas no currículo, mas na forma como trabalham semana a semana. São 6 trilhas estratégicas, 33 módulos pedagógicos e uma jornada de 12 meses que transforma o uso esporádico em competência real, mensurável e defensável num processo seletivo.
Mais de 100 mil executivos já passaram por formações da StartSe. O mercado está se movendo. A pergunta não é se você vai precisar disso. É quando vai começar.
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Bruno Lois
, Editor
Jornalista e Copywriter. Escreve sobre negócios, tendências de mercado e tecnologia na StartSe.
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