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As redes sociais estão morrendo? Como evitar que sua empresa morra também

A derrocada da Meta e do Twitter mostram que as redes sociais como as conhecemos estão caminhando para o fim e isso diz muito sobre como as empresas angariam clientes hoje

As redes sociais estão morrendo? Como evitar que sua empresa morra também

Ícone do Facebook no celular (foto: Brett Jordan/Unsplash)

, Jornalista

9 min

19 dez 2022

Atualizado: 4 jan 2023

As redes sociais são um marco da internet (fundamento para a web 2.0), mudando nossa relação com o consumo, relações e trabalho. Entretanto, as redes sociais como conhecemos hoje podem estar caminhando para o fim. 

Elas ajudaram a entender o conceito de que se você não paga pelo produto, o produto é você, coletando dados dos usuários e recriado o marketing, vendas e a ética em torno disso. 

Agora, esse modelo parece estar em declínio. A Meta, mesmo aparecendo como uma das marcas que mais chamaram a atenção do público em 2022, vê as ameaças do TikTok, uma máquina que ganha no jogo da atenção ao unir inteligência artificial e geração z, dois termos emblemáticos e necessários tanto em 2022 como para 2023.

Da “Praça da cidade digital”, do Facebook, aos influenciadores

Live commerce Facebook (Divulgação blog Facebook)

O sucesso do Facebook estava em reunir amigos e mantê-los conectados: todo mundo sabia do bebê que nasceu e sentia que a relação se mantinha viva. A questão é que publicação de estranhos começaram a tomar conta - os anúncios ganhavam vida e povoavam os perfis. A rede se tornou mais política, envolvida em escândalos sobre uso de dados, também afastando familiares e amigos.

Aprendendo com os erros, o TikTok lançou uma nova proposta: substituir o social, focado em conexão e comunicação, pelo interesse, mostrando que a coleta de dados entregava um conteúdo relevante para o usuário, feito por criadores e não por amigos. 

Essa é a análise de Eugene Wei, um crítico do cenário de tecnologia. Para ele, o convite do TikTok é que os usuários considerem qualquer conteúdo que seja parecido com eles, não importa de quem seja, como um reflexo de si mesmos e de sua personalidade única, conforme deduzido pelos algoritmos oraculares da plataforma. Isso traz liberdade de expressão e senso de identidade, questão latente na geração z.

O Instagram talvez tenha sido seja a ponte entre esses dois mundos: socializar e compartilhar conteúdo. Mas agora também assiste à derrocada, tentando adaptar seu formato.


Como ficam as empresas no meio disso?

A gente trouxe este contexto para dizer: as empresas precisam se preocupar e se preparar para este declínio. Por quê?

Qual a origem dos seus clientes hoje? Onde sua empresa está prospectando? Qual o jeito mais fácil de chegar em mais pessoas?

Isso é sobre marketing, mas principalmente sobre vendas, que é o que todo negócio busca e, no fim, o que dita o sucesso e o impacto do negócio. 

Ao perceber quão dependente das redes sociais as empresas estão, é possível começar a se preparar. Como?

Tenha seu próprio banco de dados

Durante todo este tempo, as empresas usam as plataformas como canal com os clientes, monetizando em cima dos dados trazidos por elas. Agora é a hora de ter o próprio banco de dados, com as informações, comportamentos e relações que o usuário mantém com a sua empresa. 

Isso vai demandar um olhar cuidadoso para os dados, que além de ajudar na tomada de decisões, vai dar mais autonomia para sua empresa na relação com o usuário. 

Crie novos canais

Para conseguir capturar dados, é preciso ter fontes. Isso, provavelmente, vai te mostrar a necessidade de novos canais. Mas, antes, entenda o que você quer de cada um deles. 

Conteúdo, por exemplo, pode ensinar sobre comportamento e como as pessoas se relacionam com o que você produz.

comunidades vão agregar no valor da sua marca, mostrando a preocupação em criar conexões entre as pessoas.

Eventos, por outro lado, agregam também em networking, e garantem a entrega de conteúdos e experiências inesquecíveis, criando  laços com a sua marca. 

Homem analisando dados gráficos em notebook (foto: Campaign Creators/Unsplash)

Influenciadores a criadores de conteúdo

À medida que os consumidores começam a valorizar a autenticidade em detrimento da perfeição e a consistência em detrimento da novidade, o termo “influenciador” tornou-se um conceito antiquado e repulsivo. 

Por isso, pensar em quem pode representar sua marca faz grande diferença. O trabalho com eles deve crescer, sim, mas a relevância deve ser medida por outros vieses, além de número de seguidores ou fotos bem produzidas. 

Por que importa?

As transformações no marketing nos últimos anos moldaram o jeito como muitas empresas fizeram negócio e cresceram. Agora, é importante seguir aprendendo com as mudanças do mercado, entendendo que a era das redes sociais talvez esteja ficando para trás - ou, pelo menos, se transformando. 

O consumidor também mudou. A pandemia marcou grandes transformações, inclusive as pessoas influenciadoras: com os riscos das fake news, médicos e pesquisadores (quem aí lembra o sucesso que o Átila Iamarino fez?) foram às redes divulgar informações relevantes e científicas de forma acessível. 

Agora cabe à sua marca entender as transformações necessárias para seguir relevante. Por onde planeja começar?


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Jornalista focada em empreendedorismo, inovação e tecnologia. É formada em Jornalismo pela PUC-PR e pós-graduada em Antropologia Cultural pela mesma instituição. Tem passagem pela redação da Gazeta do Povo e atuou em projetos de inovação e educação com clientes como Itaú, Totvs e Sebrae.

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