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Por que algumas fintechs fracassam?

As startups que oferecem soluções de serviços financeiros deixaram de existir por motivos como: falta de investimento, validação do negócio e modelo ultrapassado. Saiba como aprender com os erros dessas empresas e quais cuidados você deve ter ao fundar uma fintech!

Por que algumas fintechs fracassam?

Cansado, triste, trabalho (Foto: pixelfit via Getty Images)

, jornalista

5 min

8 dez 2022

Atualizado: 4 jan 2023

Existem startups que dão certo, mas também têm as que fracassam. Para você ter uma noção, 90% delas dão errado, segundo o CB Insights.

Nesta lista, estão as fintechs — que oferecem soluções de serviços financeiros — que deixaram de existir por motivos como: falta de investimento, validação do negócio e modelo ultrapassado. 

Por isso, se você tem uma fintech ou está pensando em fundar uma, se liga nos detalhes dos erros mais comuns e quais cuidados você deve ter. Afinal, já diz o ditado: “aprenda com os erros dos outros”.

a-fintech-do-mercado-imobiliario-faturou-1-4-milhao. (Foto: GettyImages)

Quais são os 3 erros mais comuns cometidos por fintechs?

1 - Falta de investimento

A falta de injeção de capital é o principal motivo para o fracasso das fintechs. Um exemplo é a Wingocard, plataforma de finanças pessoais para adolescentes fundada em 2021. Na época, tinha 75 mil pessoas na lista de espera, conseguiu US$ 2 milhões de investimento inicial, mas a falta de novos investidores fez a empresa quebrar em maio de 2022.

2 - Mercado competitivo

Outro erro comum é as fintechs oferecerem inovações muito semelhantes com as de empresas mais estabelecidas no mercado, como Apple Pay e Google Pay, por exemplo.

“O que acaba sendo mais complicado porque ela num mercado com grandes competidores já estabelecidos no mercado”, diz em entrevista à StartSe Maria Kopacek, CEO e cofundadora da IDEZ, startup que ajuda empreendedores a digitalizarem operações financeiras. “A grande vantagem da fintech é explorar nichos que esses grandes players não exploram”, completa.

3 - Modelo de negócio falho

Ao fundar uma fintech, é importante levar em consideração que estamos no Mundo BANI, em que um dos pilares é a fragilidade — tudo, inclusive as certezas atuais, podem mudar de uma hora para outra. Por isso, é importante sempre ter novos planos para mudar a rota.

Ou seja, não vale ficar preso a um único canal. É preciso encontrar maneiras de ganhar dinheiro em escala com novos modelos de negócios.

“Um dos erros que eu vejo que algumas fintechs cometem é querer abraçar tudo sozinha. (...) Poderia começar tendo como parceiro outras empresas”, afirma Maria.


Quais cuidados você deve ter ao fundar uma fintech?

Tecnologias baratas

Evite escolher soluções e tecnologias mais baratas e rápidas de implementar no seu negócio. Isso porque, o barato pode sair caro. É o que afirma Thiago Campaz, CEO e co-fundador do VExpenses.

“Quando falamos de serviços financeiros, tudo é muito delicado: precisão das informações e segurança são bons exemplos disso”, afirma. A dica é: “escolha os melhores parceiros e fornecedores”, completa.

Segundo ele, em geral, rapidamente essa decisão cobra seu preço, porque logo a fintech nota que o barato começa a sair caro. 

“Quando a startup começa, há uma oferta significativa de parceiros/fornecedores, muitas coisas que são vendidas como "prontas", "plug and play" e é preciso redobrar a atenção”, diz ele.

Não focar na dor do cliente

“É preciso focar em dores relevantes de nichos que os grandes bancos não possuem interesse em focar, mas que ainda são mercados enormes para serem explorados”, afirma Thiago.

Por que importa?

É importante ficar de olho nos erros e nas dicas listadas acima caso você queira abrir o próprio negócio ‒ mesmo não sendo necessariamente uma fintech. Algumas delas podem, com certeza, inspirar você e evitar com que caia em ciladas. Caso queira saber mais sobre empreendedorismo, confira aqui qual estratégia seguir e quais ferramentas usar na hora de começar um negócio.

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Imagem de perfil do redator

Jornalista especializada em carreira, empreendedorismo e inovação. Formada em jornalismo pela FMU e pós-graduada em marketing pelo Senac, atua na área de negócios há quatro anos. Passou por veículos como Pequenas Empresas e Grandes Negócios e Época NEGÓCIOS.

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