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Como o Banco24Horas aposta no metaverso para atrair a Geração Z?

Em busca de um novo público e também de um posicionamento mais moderno, o banco está criando uma experiência completa no metaverso

Como o Banco24Horas aposta no metaverso para atrair a Geração Z?

, Jornalista

6 min

23 jan 2023

Atualizado: 23 jan 2023

O primeiro caixa eletrônico chegou ao Brasil em 1969. Hoje, a gente vê o primeiro caixa eletrônico do Brasil chegar ao metaverso através do Banco24Horas.

A instituição, que assiste de perto às mudanças do mercado, não quis ficar para trás. A aposta é atrair os mais jovens, pessoas que raramente usam caixas eletrônicos no mundo físico, mas que podem utilizar os serviços de diferentes formas no ambiente virtual. 

Como? Os caixas eletrônicos estão disponíveis no servidor para que os usuários depositem e saquem moedas digitais, para que o avatar as use no ecossistema da experiência. 

Também é possível realizar transações de saque, ter acesso ao saldo ou emitir extratos bancários, além de realizar transferências, tudo via plataforma do Banco24Horas. A iniciativa faz parte de um roadmap extenso, objeto de co-criação das marcas.

Geração Z trabalhando (Foto: FG Trade via Getty Images)

Como o banco quer conquistar a Geração Z?

O consumidor está mais exigente. Os bancos digitais oferecem diferenciais e praticidades que tornam serviços mais burocráticos cada vez menos desejados. Por isso, o Banco24Horas está propondo uma imersão neste universo, mostrando que a marca vai além dos saques.

“Nossa ideia é ampliar o alcance dos serviços do Banco24Horas, incentivar o uso dos caixas eletrônicos no metaverso e se aproximar ainda mais de diversas gerações”, declara o Luiz Fernando Ribeiro Lopes, Gerente de Plataformas Digitais da TecBan.

O projeto, desenvolvido pela MetaEXP, startup que cria experiências para grandes empresas se relacionarem com a geração Z, mostra que é possível se reinventar, mesmo tendo anos de história. Melhor: é preciso se reinventar.

“Esse é um caso de sucesso de metaverso, onde uma empresa tradicional consegue impactar e criar engajamento com a Geração Z, que até então não tinha empatia e não era usuário da marca. É a prova que a estratégia correta envolvendo metaverso pode virar ‘game change’ para as companhias. Vai muito além de criar uma loja e publicar em um post linkedin, estamos falando de entrega de valor completa, de ponta a ponta”, avalia Tiago Morelli, co-fundador da EnablersDAO, venture studio co-criador da MetaEXP.

Por que importa?

De acordo com a Febraban, 72% dos jovens Z estão dispostos a experimentar novos produtos e serviços, o que inclui instalar novos aplicativos ou adicionar novos hardware ao seu dia a dia. Eles são menos resistentes a aprender e têm mais tolerância com produtos em teste, que possam apresentar erros em algum momento.

Ou seja, criar experiências apostando em novas tecnologias como o metaverso, por mais desafiador que seja, é um passo que vai ser facilmente acolhido pelo público mais novo. Eles entendem que a marca está disposta a ouvi-los e quer entregar experiências que façam sentido para eles. 

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Jornalista focada em empreendedorismo, inovação e tecnologia. É formada em Jornalismo pela PUC-PR e pós-graduada em Antropologia Cultural pela mesma instituição. Tem passagem pela redação da Gazeta do Povo e atuou em projetos de inovação e educação com clientes como Itaú, Totvs e Sebrae.

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