O aporte histórico é mais capítulo para definir quem controlará os modelos fundacionais da próxima década
Anthropic
, redator(a) da StartSe
2 min
•
12 fev 2026
•
Atualizado: 12 fev 2026
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Quando uma empresa privada levanta US$ 30 bilhões em uma única rodada, não estamos falando de crescimento. Estamos falando de geopolítica tecnológica.
A Anthropic, desenvolvedora do modelo Claude, alcançou uma avaliação estimada em centenas de bilhões de dólares. Mas o que está sendo financiado aqui não é apenas software — é infraestrutura estratégica.
Modelos fundacionais de IA são a nova camada base da economia digital.
Eles alimentam produtos, empresas, governos e cadeias inteiras de valor.
Investir em Anthropic significa apostar que:
IA será infraestrutura crítica, como energia ou telecom.
Empresas que controlam modelos avançados terão vantagem estrutural.
A corrida por IA não é sobre aplicações — é sobre domínio do core tecnológico.
A disputa entre OpenAI, Google DeepMind, Anthropic e outros deixou de ser uma competição de produto. Tornou-se uma corrida por poder computacional, talento científico e integração vertical com data centers e chips.
O dinheiro não é para marketing.
É para treinamento de modelos que exigem bilhões em computação.
Estamos assistindo à formação das “petroleiras da IA”.
E a pergunta estratégica para empresas é clara:
Você será usuário dessas infraestruturas — ou dependerá delas sem entender como funcionam?
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Bruno Lois
redator(a) da Startse
Jornalista e Copywriter. Escreve sobre negócios, tendências de mercado e tecnologia na StartSe.
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