Cardiologs, startup que usa IA para detectar doenças cardíacas, recebe US$ 15 mi

Isabella Carvalho

Por Isabella Carvalho

10 de janeiro de 2020 às 11:28 - Atualizado há 10 meses

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A Cardiologs, startup francesa de saúde, recebeu um aporte de US$ 15 milhões. A rodada foi liderada pela Alven, empresa de capital de risco que investe em startups com foco na expansão para os Estados Unidos. A healtech usa inteligência artificial para ajudar médicos na detecção de problemas cardíacos.

“Desenvolvemos uma nova categoria de produtos para diagnóstico de doenças cardíacas com tecnologia de I.A que prometem revolucionar a assistência médica, fornecendo diagnósticos precisos, econômicos e oportunos em nível de especialista”, disse Yann Fleureau, co-fundador e CEO da Cardiologs, em um comunicado. “Estamos entusiasmados por trabalhar com nossos novos parceiros na Alven e outros investidores anteriores ao entrarmos no próximo estágio crítico de nossa evolução como empresa”. 

O Cardiologs ECG Analysis Solution, sistema criado em 2014 pela startup, é alimentado por um banco de dados com cerca de 1,5 milhão eletrocardiogramas (ECG) e publicações clínicas. A solução usa algoritmos para reconhecer padrões e auxiliar no diagnóstico de 14 tipos de arritmias cardíacas. 

A startup planeja usar o investimento de US$ 15 milhões para aprimorar ainda mais a solução e aumentar a participação de mercado, aumentando os esforços de vendas e marketing na América do Norte e Europa. 

“Com seu software exclusivo desenvolvido em torno de uma tecnologia de ponta que combina aprendizado profundo com ciência clínica de diagnóstico, a Cardiologs já está melhorando uma indústria tradicionalmente processada manualmente para gerar melhorias substanciais na velocidade, custo e precisão dos diagnósticos”, disse François Meteyer, sócio da Alven. “Este será um diferencial importante para criar uma nova categoria baseada em I.A no campo da cardiologia, democratizando o acesso a conhecimentos instantâneos, confiáveis ​​e acessíveis para cada paciente, cada teste e em qualquer lugar”.

Foto: Ecole polytechnique