Como o UOL pivotou de um portal de mídia para se tornar uma fintech

Da Redação

Por Da Redação

17 de Maio de 2018 às 07:34 - Atualizado há 3 anos

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Possivelmente a maior empresa da internet brasileira, o UOL tem uma qualidade muito grande para qualquer corporação: ele sabe ver tendências e entender o que precisa fazer para sobreviver e inova. Foi assim que ela nasceu, inclusive, como uma iniciativa do grupo Folha – muito antes de seus rivais olharem para internet como meio de distribuir notícias.

O UOL vem enfrentando desafios ao longo do tempo: sobreviveu à época de provedores de internet gratuitos e às grandes quedas de rentabilidade que fizeram seus rivais terem crises ou morrerem (como iG e Terra). Hoje, a empresa possui uma grande diversificação de produtos e serviços e é gigantesca, saudável e lucrativa.

Costumeiramente o terceiro ou segundo maior portal de mídia do mundo (concorrendo com a Globo.com, mas abaixo do MSN.com), a empresa hoje não sobrevive apenas de publicidade. Na verdade, os ganhos com publicidade não são nem mais o carro chefe da companhia – e sim o que a companhia ganha com serviços financeiros.

Sim, o UOL se tornou uma fintech. Possivelmente, uma das maiores do Brasil na área. A companhia tem diversas: como o PagSeguro e as iniciativas de games, como Go4Gold e Boacompra, entre elas. E usa a musculatura de todas as outras iniciativas para crescer ainda mais: só o Boacompra está disponível em 9 países diferentes, como Turquia, Portugal e Espanha. Tem sede no Brasil, em Lisboa e Seul, na Coreia do Sul.

Mas o carro chefe da empresa como fintech é o PagSeguro – empresa que se tornou um spin-off do próprio UOL ao abrir capital na Nasdaq e tem valor de mercado de US$ 10,25 bilhões. Trata-se de uma solução fantástica para quem quer comprar e vender pela internet, pronta para ser usada por qualquer pessoa interessada. Boa parte da internet brasileira usa a loja online do PagSeguro para vender uma infinidade de produtos diferentes, principalmente os pequenos produtores.

E algum tempo depois, a companhia começou a atacar também o mundo físico: através das maquininhas de cartão – segmento outrora dominado por Cielo, Rede, Stone e Getnet. E vem fazendo uma campanha pesada para bombar a “moderninha” (uma máquina comum) e as “minis” (conectadas com seu celular e mais baratas).

O diferencial? Ela sai em definitivo para o comprador (as grandes trabalham com o aluguel da máquina), além de sair mais barato que uma máquina comum. E completamente linkada com sua conta no PagSeguro, o que facilita para quem está recebendo o dinheiro, que já recebe o crédito direto na sua conta.

E a companhia também um terceiro produto: um cartão pré-pago também linkado com a conta do PagSeguro, que permite que a pessoa use o seu dinheiro sem nem que transferir para conta do seu banco – ajudando os desbancarizados.

Se você realmente quer entender a mudança da economia mundial, que passa por finanças muito mais nas mãos do usuário – e da qual o UOL faz parte ao inovar com o PagSeguro -, então participe da maior conferência de fintechs do Brasil.

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