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Ladeira abaixo: WeWork recua seu crescimento e assusta mercado

WeWork fechará 40 escritórios nos Estados Unidos após receita vir abaixo do esperado no quarto trimestre de 2022.

Ladeira abaixo: WeWork recua seu crescimento e assusta mercado

Foto: Divulgação/WeWork

, Produção de Conteúdo

6 min

11 nov 2022

Atualizado: 4 jan 2023

Empresa imobiliária comercial fornecedora de espaços para coworking, a WeWork é líder global no segmento de locação de escritórios espalhados por 38 países e 151 cidades, contando com mais de 510 mil clientes ao redor do mundo.

No entanto, não é de hoje que as coisas começaram a esfriar para a empresa. Desde o advento da pandemia, a empresa vem se envolvendo em polêmicas. O que quase chegou a ser um unicórnio, já chegou bem perto também da falência.

E isso nem se deve tanto ao fato de que, durante o início e auge da pandemia, muitas empresas optaram por regime de home office para suas equipes, o que fez com que muitos revogassem seus aluguéis com os coworkings. A polêmica do WeWork vai mais além.

Com o sucesso da companhia em 2019, o fundador Adam Neumann transformou o WeWork em We Company, expandindo ainda mais os seus serviços com outros empreendimentos, como We Grow e We Live. Foi então que Adam resolveu abrir o capital de suas companhias para a bolsa, mas com um detalhe - a empresa ainda não estava gerando lucro.

O mercado começou a investigar a WeWork de perto, e com isso veio uma série de polêmicas ao público, as quais nós contamos em detalhe aqui, e foi praticamente um tiro no pé do empresário Neumann. 

É importante dizer que o WeWork tem como maior investidor o SoftBank, outro fundo de investimento que recentemente vem se envolvendo em outras polêmicas e crises, como a perda de US $21,6 bilhões. O próprio Softbank pressionou muito Adam Neumann, a ponto de o mesmo largar o cargo de CEO do WeWork e, uma semana depois, fechar novamente o capital da empresa.

Isso lá em 2019… porém hoje, 3 anos depois, as coisas ainda não vão muito bem para o WeWork. Com previsão abaixo das expectativas de mercado, a empresa irá fechar 40 unidades nos Estados Unidos, país onde se concentram a maioria de seus espaços.


É esperada uma receita entre US$ 870 e US$ 890 milhões para o quarto semestre da empresa no ano de 2022, abaixo das metas de US$ 924 milhões de Wall Street, o que fez com que as ações do WeWork caíssem 15% e 40 locais com baixo desempenho nos Estados Unidos entrassem para a lista dos que irão fechar as portas no próximo ano. 

Os locais em questão ainda não foram divulgados, porém, segundo Sandeep Mathrani, presidente executivo da rede de coworkings, "Esses locais são aqueles que não atendem aos nossos critérios de design, têm obsolescência ou há excesso de oferta no mercado".

Além do prejuízo no mercado de ações, o fechamento destes escritórios custará US$ 200 milhões para a rede. Como defesa, o WeWork disse estar trabalhando desde setembro em reduções, tanto na pegada imobiliária quanto no número de funcionários.

Será que essas medidas serão o suficiente para o WeWork se reerguer?


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Produtora de conteúdo na StartSe, roteirista e organizadora do Podcast Organizações Infinitas.

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