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Vibe Coding vs. Vibe Engineering: os exemplos práticos da Oracle Red Bull Racing

Lucas Leung trouxe ao palco do AI Festival os quatro pilares que entende que sustentam (ou não) um projeto de IA:

Vibe Coding vs. Vibe Engineering: os exemplos práticos da Oracle Red Bull Racing

Os exemplos de alta performance da F1, sob comando da Oracle.

Bruno Lois

, Editor

3 min

13 mai 2026

Atualizado: 13 mai 2026

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Lucas Leung é Diretor de Marketing para a América Latina da Oracle Cloud Infrastructure, onde construiu uma trajetória que passa por customer success, field marketing e business development dentro da empresa. 

Ele trouxe ao palco do AI Festival os quatro pilares que entende que sustentam (ou não) um projeto de IA:

Infraestrutura: define a capacidade real do sistema de escalar, responder e operar sem interrupções.

Controle: protege o negócio contra falhas, custos descontrolados e riscos que escalam mais rápido que o código.

Design: determina quão rápido você pode se adaptar às mudanças sem precisar refazer tudo do zero.

AI Layer: transforma a velocidade de IA em vantagem competitiva ou em dívida técnica.

A Oracle tem uma das parcerias mais icônicas do mundo na aplicação de tecnologia a ambientes de alta performance: a Oracle Red Bull Racing, equipe de Fórmula 1 que utiliza a Oracle Cloud Infrastructure para rodar simulações massivas — com um aumento de 25% na capacidade de simulações desde o início da parceria. 

Para a temporada 2026, marcada por uma profunda mudança no regulamento técnico, a equipe passou a contar com um AI Strategy Agent que apoia decisões de corrida em tempo real, rodando análises de cenários de forma autônoma dentro dos sistemas da OCI.

São incríveis 2 terabytes de dados por carro por corrida, mais de 300 sensores por carro, um milhão de simulações por segundo, fornecendo inputs da corrida para a tomada de decisão. 

A performance da F1 da nuvem Oracle está baseada em "Race Inputs, Agent, Unit, Excellence".

"A IA não substitui a engenharia, ela amplifica", disse Lucas.

Ele comparou prompts com vive coding e engineering, detalhando que o vibe engineering (para o mesmo objetivo) mapeou mais erros do que o vibe coding, porque - justamente - é o modelo mais complexo.

Lucas finalizou detalhando o projeto One - Oracle Next Education, uma parceria para formar gratuitamente jovens em tecnologia.

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Jornalista e Copywriter. Escreve sobre negócios, tendências de mercado e tecnologia na StartSe.

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