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Secretário Vahan Agopyan defende internacionalização de startups brasileiras

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4 min

14 jun 2024

Atualizado: 17 jun 2024

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*A cobertura especial do Startups na London Tech Week tem apoio da Primefy

 

O Secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado de São Paulo, Vahan Agopyan, defendeu, durante painel na London Tech Week, que “internacionalização e promover a diversificação do mercado brasileiro” são as chaves para o sucesso de novos empreendedores.

 

“Menos de 10% das startups brasileiras têm algum nível de internacionalização. É possível compreender em alguns casos, veja o IFood, não precisa ir pro exterior. Mas na área de tecnologia, é imperativo internacionalizar”, afirmou o secretário. 

No entanto, da mesma forma, ele ressaltou que é preciso promover a diversificação, por conta de ainda existirem oligopólios, como no setor bancário. "Estou muito otimista, porque startup é democratização. Hoje, cinco bancos (Santander, Bradesco, Itaú, Caixa e Banco do Brasil) dominam. Mas as startups já estão crescendo bastante e cutucando, logo chegarão a 10% do setor”, apostou.

 

*Na foto: o Secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado de São Paulo, Vahan Agopyan, e o CEO do Cradle Fund, Norman Vanhaecke (Crédito: Reprodução/Instagram)

 

Agopyan, que foi Reitor da Universidade de São Paulo entre 2018 e 2022, também defendeu que as empresas tenham um departamento de pesquisa e inovação para fazer a interlocução com a academia. “A indústria precisa ter alguém que entenda o que é pesquisa e leve a demanda correta, que faça o trânsito. Isso é comum em muitos lugares do mundo”, pontuou.

 

Aos governos, disse, cabe estimular, sem necessariamente tomar parte. “O Estado não deve interferir, mas ser mais proativo, investir mais nos ambientes de inovação, os financiamentos serem mais atrativos. O Desenvolve SP (agência de fomento de São Paulo) tem hoje uma linha de financiamento que não é só juro baixo, mas exigência baixa, porque se você pedir o imóvel da pessoa como garantia, não dá”, disse, lembrando que empresas paulistas (incluindo startups) que querem inovar podem acessar linhas de financiamento com prazo de até 10 anos.

 

*Vandson Lima, especial para o Startups

 

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