A aquisição bilionária da Manus não é apenas mais um M&A, é um ponto de inflexão na forma como máquinas executam tarefas e transformam negócios.
No apagar das luzes de 2025, a Meta adquiriu a Manus AI, dando início a um novo capítulo na era dos agentes autônomos.
, redator(a) da StartSe
7 min
•
11 fev 2026
•
Atualizado: 11 fev 2026
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A Meta fez um dos movimentos mais significativos da temporada de tecnologia: a compra da startup de inteligência artificial Manus, especializada em agentes autônomos de IA capazes de planejar e executar tarefas complexas com mínima intervenção humana — e esse negócio vai muito além de um simples reforço tecnológico.
Manus é uma startup fundada com foco em IA agentic — sistemas que não apenas respondem a perguntas, mas planejam, desdobram e completam fluxos de trabalho de forma autônoma. Em vez de atuar como um chatbot que necessita de prompts contínuos, esses agentes conseguem decompor objetivos, pesquisar, analisar dados, gerar e revisar conteúdo, e até executar código ou simular ambientes virtuais.
Desde o seu lançamento em 2025, essa tecnologia já processou trilhões de tokens e milhões de tarefas automatizadas, servindo tanto usuários individuais quanto empresas.
O acordo, estimado em mais de US$ 2 bilhões, representa uma das aquisições mais relevantes da Meta em sua estratégia de IA — e sinaliza que agentes autônomos estão no centro da próxima onda de inovação, não apenas modelos de linguagem puro.
A Meta pretende manter a Manus como produto e serviço comercial, além de integrar gradualmente essa tecnologia à sua pilha de IA, incluindo o Meta AI, e produtos como Facebook, Instagram, WhatsApp e ferramentas empresariais.
O que diferencia um agente autônomo como Manus de um sistema tradicional de IA é o foco na execução de tarefas completas, de ponta a ponta:
Em outras palavras: não é mais uma IA que responde, mas uma IA que age.
Para usuários finais, a integração dessa tecnologia promete transformar a forma como interagimos com interfaces digitais: imagine agentes que não só respondem a perguntas, mas executam ações reais em seu nome — desde montar itinerários até realizar análises de mercado sem que você precise sair da plataforma.
Para empresas, a aquisição acelera o desenvolvimento de soluções corporativas que combinam IA com capacidades automáticas, potencialmente reduzindo fricção em workflows complexos e abrindo espaço para novos modelos de serviço baseado em agentes inteligentes.
A compra da Manus é sintomática de uma mudança profunda no ecossistema de tecnologia: a corrida não é mais apenas por melhores modelos de linguagem, mas por IA que pode operar com autonomia real e gerar resultado tangível no mundo físico e digital.
Ela marca um movimento da IA como ferramenta para IA como executor — um salto do assistente passivo para agentes ativos.
Na prática, essa aquisição por Meta evidencia uma tendência que já faz parte da agenda da StartSe nas Imersões ao Vale do Silício: a chegada dos agentes genéricos de IA como protagonista das plataformas do futuro.
E a Manus AI está presente em todas essas imersões, não como curiosidade, mas como caso de estudo vivo de uma tecnologia que já está redesenhando modelos de produto, de trabalho e de automação em escala global.
Em 2026, todos os executivos e lideranças que participarem da Imersão ao Vale, terão um momento único com a Manus AI.
Participar dessas imersões é observar em primeira mão como agentes como o da Manus — que executam tarefas de forma autônoma, aprendem com feedback e operam em ambientes reais — não são ficção científica, mas já são diferencial competitivo real.
A IA deixou de ser um assistente; agora ela está se tornando um executor autônomo de tarefas complexas.
Modelos de linguagem evoluem para agentes, capazes de agir sobre o mundo digital com inteligência.
Startups como a Manus já provam que essa tecnologia não é apenas eficiente — já é comercialmente viável.
Empresas que conseguem integrar agentes ao seu core de produto e operação podem ganhar vantagem competitiva duradoura.
A aquisição da Manus por Meta não é apenas mais um M&A no relatório de fusões corporativas. É um sinal claro de que o futuro da computação será híbrido — humano e agente trabalhando em conjunto, com máquinas executando tarefas cada vez mais complexas de forma autônoma.
Para quem está na linha de frente da transformação digital, compreender e aplicar agentes de IA deixa de ser opcional.
E acompanhar esse movimento de perto — como nas imersões da StartSe no Vale do Silício — é ter a vantagem de quem viu antes de todo mundo.
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redator(a) da Startse
Jornalista e Copywriter. Escreve sobre negócios, tendências de mercado e tecnologia na StartSe.
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