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Inteligência Artificial: desrobotizando o humano

Celso Camilo defende que a máquina vai substituir o robô que parecia humano e não propriamente o humano.

Inteligência Artificial: desrobotizando o humano

Celso Camilo, professor universitário e cofundador do CEIA — Centro de Excelência em Inteligência Artificial

Bruno Lois

, Editor

3 min

13 mai 2026

Atualizado: 13 mai 2026

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O que você sente ao ouvir falar de IA? Essa foi a pergunta de abertura da palestra de Celso Camilo.

Nas respostas um misto: medo, confusão, ansiedade. Dúvidas: preciso agir agora? Vou perder minha profissão? Isso é revolução ou bolha?

Celso mostrou que essa transformação que estamos vivendo é “mais da espiral” que já vivemos outras era, com impactos tão grandes quanto o de agora.

“Queríamos mais capacidade, então criamos força, voo e conexão. É assim desde os homens das cavernas"

Celso Camilo é professor associado da Universidade Federal de Goiás (UFG) e cofundador do CEIA — Centro de Excelência em Inteligência Artificial —, uma das instituições de pesquisa em IA mais relevantes do Brasil. 

O CEIA, vinculado ao Instituto de Informática da UFG, tem se destacado internacionalmente por projetos como o GAIA, modelo de linguagem de código aberto especializado em português brasileiro, desenvolvido em parceria com o Google a partir da arquitetura Gemma do Google DeepMind. A instituição também é centro de competência EMBRAPII em Tecnologias Imersivas, por meio do AKCIT.

O título de sua palestra, "Desrobotizando o humano", condensa uma provocação central: se por décadas as organizações valorizaram o profissional que se comporta como máquina — previsível, eficiente, replicável —, o que acontece quando as máquinas assumem esse papel com muito mais competência? 

Camilo propõe uma inversão: a IA, bem aplicada, pode ser o instrumento que libera o ser humano para ser mais humano. Ele reflete que “nunca uma tecnologia foi adotada tão rapidamente, evoluiu tão rápido e transformou tão rápido”, sobre a IA.

A inovação não pede licença, pede desculpa. "Ele exemplifica: se a Uber tivesse que pedir licença para entrar no Brasil talvez estaria até hoje aguardando. A disrupção não espera", finaliza.

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Jornalista e Copywriter. Escreve sobre negócios, tendências de mercado e tecnologia na StartSe.

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