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Por que essa startup de mercados autônomos em condomínios chamou a atenção de investidores?

Com o aporte na Smart Break, de mercado para condomínio e empresas, a Headline começa a cumprir sua promessa de fazer até 3 negócios

Por que essa startup de mercados autônomos em condomínios chamou a atenção de investidores?

Mercadinho da Headline (Foto: Leonardo Rodrigues/Divulgação/XP)

, conteúdo exclusivo

5 min

2 dez 2022

Atualizado: 4 jan 2023

Criada há menos de 1 ano, a gestora Headline, que tem Romero Rodrigues e a XP como investidores, acaba de fechar seu 1º investimento. O cheque foi para a Smart Break, uma startup que monta mercados autônomos em condomínios e empresas.

A rodada da companhia foi de R$ 36 milhões, sendo que a Headline entrou com R$ 30 milhões. O restante foi complementado pelo UVC Investimentos, fundo de venture capital do Grupo Ultra, e atuais investidores. No captable, a Smart Break já tinha investidores pessoa física, a Anjos do Brasil e foi o 1º aporte da Columbia Angels, rede recém-criada por ex-alunos da universidade americana.

Com os recursos da captação, a startup pretende dobrar o ritmo de abertura de lojas próprias por mês, de 30 para 60, e ir de 400 para 1,5 mil em um prazo de 18 meses. Com essa expansão, a receita chegará a R$ 200 milhões (isso mesmo, na conta de padeiro dá uns R$ 133 mil de tiquete por loja) e o número de funcionários saltará de 100 para 400. A estimativa da compahioa é que um 1,7 produto é vendido a cada 10 segundos. “Temos muita previsibilidade de faturamento. A gente consegue acertar muito bem desde a 1ª loja. Geralmente a gente erra para baixo”, disse Rodrigo Colas, fundador da Smart Break em conversa on-line com jornalistas.


Rodrigo Colas, CEO da Smart Break e Romero Rodrigues, da Headline (Foto: Leonardo Rodrigues/Divulgação/XP)

Nascida há 4 anos, a Smart Break começou com uma proposta de substituir as vending machines nas empresas. A operação chegou a 70 lojas até que a pandemia fechou os escritórios e fez a receita cair para praticamente zero. Com 2 ou 3 lojas em condomínios naquele momento, a empresa mudou seu modelo de negócios e passou a priorizar esse mercado. Hoje, 60% da receita vem dos condomínios e o restante das empresas, segundo Rodrigo.

Além da expansão por esforços próprios, a companhia enxerga um caminho de aquisições para avançar. De acordo com Romero, existem muitas empresas pequenas atuando no segmento de mercados para condomínios que não vão conseguir avançar muito. E a Smart Break quer liderar o movimento de consolidação. “A relação de metro quadrado por venda que eles conseguem, com um espaço tão pequeno é possivilemente uma das maiores do varejo”, disse Romero, que construiu sua carreira no setor por conta do Buscapé. “Quando você olha para o varejo, que evoluiu do catálogo eletrônico depois apara a compra com entrega no dia seguinte, o que fica claro é que a conveniência para o consumidor é o que venceu. E estar literalmente dentro da casa do consumidor é o mais próximo que você pode estar. Não precisa esperar 10 minutos ou até o dia seguinte tanto para a emergência, quato para descer para pegar uma bebida gelada. Vejo muito mato alto para aproveitar”, completou. A estimativa é que existam 5 mil lojas do tipo instaladas no país hoje.

De acordo com Rodrigo, as marcas, que no começo eram resistentes ao formato, hoje já têm equipes de vendas dedicadas a atender ese canal e se interessam mais por ele. Perguntado sobre a questão dos furtos, o fundador disse que esse índice está na casa dos 5% desde o início da operação e que isso já está incorporado no modelo de negócios. “Se você olha, o número é 5%. Mas se você deixa correr, ele pode saltar para 10%. Olhamos isso na unha para deixar mais controlado. Não temos o objetivo de acabar, mas de deixar controlado”, disse.

Com o aporte, a Headline começa a cumprir sua promessa para o ano. Em agosto, durante o Startup Summit, Romero disse que a Headline faria de 2 a 3 investimentos ainda em 2022. O Startups ouviu recentmente que a gestora estava com dois acordos prontos para serem assinados. Segundo Romero, ainda não há nenhum outro aporte fechado e é difícil que isso aconteça antes do fim do ano. Mas o pipeline “está quente” com empresas de diversos setores. “Devemos fechar o ano com 1,3 mil a 1,4 mil startups analisadas”, disse. O plano da gestora é montar um portfólio de 20 a 25 empresas em um prazo de 3 a 4 anos – que é o tempo médio que investidores levam para alocar os recursos de fundos de venture capital.

A headline tem quase R$ 1 bilhão para fazer investimentos. Os recursos foram captados com mais de 12 mil investidores pessoa física, que colocaram cheques mínimos de R$ 25 mil em uma estratégia de apresentação do venture capital como uma classe de ativos para o mercado aberto – mas também nem tão aberto já que só puderam entrar investidores qualificados, com mais de R$ 1 milhão na conta.

(Por Gustavo Brigatto, publicado originalmente em Startups.com.br)


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