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Hash, startup que facilita a 'fintechização', recebe aporte de US$ 15 milhões

A Hash facilita que empresas criem seus seus próprios serviços financeiros

Hash, startup que facilita a 'fintechização', recebe aporte de US$ 15 milhões

, jornalista da StartSe

5 min

20 abr 2021

Atualizado: 23 jan 2023

Por Tainá Freitas

A Hash, fintech que possibilita que empresas criem seus próprios serviços financeiros, recebeu um aporte de US$ 15 milhões. É oficial: a “fintechização” deixou de ser um conceito e está virando realidade – e as empresas que facilitam esse processo também estão em alta.

O investimento foi de série B e contou com a participação dos fundos QED Investors, Kaszek e Canary. “Nosso objetivo é transformar a Hash na principal empresa de infraestrutura financeira da América Latina. Aliado ao apoio e a expertise do QED, que já investe em várias fintechs e possui grande experiência no setor, esse investimento vai suportar toda a evolução do nosso plano estratégico”, afirma João Miranda, fundador e CEO da startup, no anúncio.

A empresa foi criada em 2017 com a premissa de descentralizar os serviços financeiros dos grandes bancos, passando a incluir empresas nessa equação. Um dos clientes da startup é a LeoMadeiras, varejista de madeiras que já disponibiliza a própria maquininha para mais de 10 mil marceneiros no país.

 

O QUE É A FINTECHIZAÇÃO?

A fintechização é o nome que se dá ao fenômeno de empresas de outros setores (varejo, seguros, etc) adentrarem os serviços financeiros. É o que vimos acontecer com o Mercado Livre ao lançar o Mercado Pago; o Magalu com o Magalu Pay; a Americanas com a Ame; a Rappi com o RappiBank; o Carrefour com o Banco Carrefour... E a lista continua.

As empresas estão seguindo esse caminho por motivos variados, mas os mais comuns são: 

- Mais um canal de receita (o varejo, além de vender o produto, passa a ganhar também com as transações realizadas);

- Oferta de serviços para uma base de clientes que já possuem;

- Fidelização dos clientes (o Magalu criou o próprio cartão de crédito com cashback nas compras feitas em seu app, site ou lojas físicas).

A fintechização também é comumente chamada de “embeded fintech”, conceito que prevê a criação de fintechs dentro de empresas. Para Mike Packer, sócio da QED Investors, fundo que liderou o aporte, essa tendência está apenas no início – e a Hash continuará fazendo parte disso. “Cada vez mais empresas continuarão a buscar mais controle sobre pagamentos e fluxos de transações para proporcionar melhores experiências para seus clientes. Acreditamos que a Hash atenderá a esta necessidade", afirmou.

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Jornalista formada pela Faculdade Cásper Líbero. Apresenta o podcast Agora em 10 na StartSe e também atua na área de Comunidades na empresa. É especialista em inovação, tecnologia e negócios.

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