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Como os grandes fundos investem em startups?

Com retorno de, em média, 25% ao ano, os fundos de investimento apostam em uma estratégia: a diversificação. Entenda.

Como os grandes fundos investem em startups?

softbank-investe-em-3-startups-brasileiras-em-um-dia (Foto: GettyImages)

Por Juliana Irala, da CapTable Brasil.

Entendendo que é um bom caminho para grandes retornos, os fundos de investimentos estão investindo cada vez mais em startups. E, nisso, eles têm muito o que ensinar. Seguindo o histórico de probabilidades, que diz que em torno de 70% dos negócios não darão certo, 25% darão algum retorno e 5% darão lucro exponencial, os fundos “espalham” os investimentos em várias startups, de diferentes segmentos e modelos de negócio. Essa estratégia é conhecida como diversificação. 

Na prática, a diversificação nada mais é do que a formação de um portfólio de ativos que contempla diferentes indicadores, como rentabilidade e potencial de liquidez. Assim, a diversificação ajuda a mitigar riscos específicos e evita que toda a aplicação fique refém do mesmo risco.

No investimento em startups, a lógica é a mesma. E os grandes fundos sabem que o segredo está em apostar em empresas de diferentes segmentos e modelos de negócio, porque, por exemplo, se algum segmento tiver uma baixa, investimentos em outros mercados podem gerar retorno e compensar aquele específico que não deu certo.

TRAZENDO PARA A PRÁTICA

Realizado pelo Distrito, o relatório Corrida dos Unicórnios 2022 mapeou o comportamento dos quatro principais fundos de investimento que fizeram aportes em unicórnios ou em startups brasileiras que estão no páreo. Os fundos são Kaszek Ventures, Endeavor Catalyst, Softbank e Riverwood Capital.

Dentre as startups unicórnios e as aspirantes, a Kaszek realizou investimentos em 5 do setor de finanças, 3 do varejo ou e-commerce e 4 de outros setores. Já o Softbank investiu em 4 fintechs, 5 de varejo ou e-commerce e outras 6 de setores variados. A Endeavor Catalyst aportou em 3 fintechs, 3 de varejo ou e-commerce e uma de outro setor; e a Riverwood Capital, uma fintech, 3 do varejo ou e-commerce e uma de outro setor.

Apenas nesse recorte já dá para perceber que os fundos não ficam presos a um segmento. Isso também acontece quanto ao modelo de negócio. De acordo com o levantamento, entre as aspirantes a unicórnio, 42,5% delas são SaaS, 21,4% trabalham com modelo de assinatura, 14,3% com vendas transacionais, 14,3% são e-commerce e 7,2% marketplace.

Como os negócios baseados em software são, em comparação aos outros, os mais baratos de iniciar e de escalar de forma acelerada, acabam atraindo mais o olhar dos investidores.

POR QUE IMPORTA?

No primeiro trimestre de 2021, os fundos de venture capital tiveram o melhor desempenho dentre todas as estratégias de private equity, com um retorno de 19,8%, de acordo com o Pitchbook. Para o National Bureau of Economic Research, a média histórica de retorno do venture capital é de 25% ao ano, enquanto segundo o Harvard Business Review, a rentabilidade flutua entre 25% e 35% ao ano.

Como eles conseguem essa rentabilidade? 

A resposta é simples: diversificando e criando portfólio.

Para os investidores de varejo, uma das opções mais simples para isso é se tornar sócio de uma startup em uma rodada pública de investimento, como as da CapTable, maior hub de investimento em startups do Brasil. Nelas, o preço das ações ainda é reduzido, ou seja, provavelmente o preço das ações das startups será o mais baixo praticado por ela – uma oportunidade de aproveitar maior valorização com o crescimento da startup.

A CapTable oferece deal flow frequente, com startups de diferentes segmentos, estágios e tamanhos. E com ticket menor, fica mais fácil investir em várias e construir um portfólio, emulando a estratégia dos grandes fundos.

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