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Por que a BS2 vai investir na edtech Somos Young

Por que a BS2 vai investir na edtech Somos Young

Banco BS2 vai investir até R$ 65M na edtech Somos Young

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4 min

4 jun 2024

Atualizado: 5 jun 2024

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O BS2, banco digital voltado ao B2B, em conjunto com a gestora BPS Capital, anunciou um aporte que pode chegar a R$ 65 milhões na Somos Young, ecossistema de soluções tecnológicas para instituições de ensino superior.

Em nota, a Somos Young afirmou que os recursos serão aplicados no plano de negócios da companhia, contribuindo para sua agenda de aquisições e parcerias estratégicas. 

No fim do ano passado, a companhia já tinha colocado a sua máquina de M&A pra rodar, pagando R$ 70 milhões pela Cobrafix, empresa que atua  no mercado de recuperação de crédito educacional.

Na época da aquisição, a companhia anunciou um grande plano para 2024: injetar mais de R$ 400 milhões no mercado, com o intuito de ajudar as instituições de ensino com capital de giro, serviço de mensalidade garantida e controle da inadimplência. E o aporte do BS2 entra em linha com esse plano.

No comunicado de anúncio do negócio, a Somos Young afirmou que a parceria promoverá a concessão de até R$ 120 milhões em crédito (capital de giro e mensalidade garantida). “Esta operação é um marco extraordinário para a Somos Young”, diz Henrique Borges, fundador e CEO. 

“Após alguns meses de negociação conseguimos encontrar um modelo que maximiza valor tanto aos investidores quanto aos nossos clientes”, completa.

Com cerca de 700 clientes e 480 funcionários, a Somos Young conta com investidores como a Ello Asset e possui quatro empresas em seu escopo de trabalho: a Young Sports (banco para torcedores de clubes); a Brand ü (serviços de marketing para instituições de ensino); a Cobrafix (crédito) e a YoungBank (banking).

Para 2024, o grupo possui planos ousados. Além de adquirir outras três empresas, pretende triplicar o faturamento. Em 2023, foram R$ 32 milhões e a expectativa é que este ano a companhia alcance os R$ 112 milhões, chegando a um crescimento de 250%.

Para Daniel Barros, co-CEO da Somos Young, a tradição aliada à inovação do BS2 são os grandes diferenciais do negócio. “Estamos seguros de que, com um parceiro como o banco, a Somos Young irá se consolidar como o maior e melhor player de soluções para educação”, afirma.

Apostando na educação

Com o investimento, tanto a BS2 quanto a BPS Capital terão papel ativo na geração de valor da Somos Young e o banco assumirá todas as frentes de crédito e funding para os clientes da empresa, alcançando cerca de 700 instituições de ensino superior atendidas pela edtech.

Para Juliana Pentagna Guimarães, diretora de Corporate Development do BS2, além de viabilizar a entrada do banco no setor de educação, o aporte na Somos Young faz parte da agenda de crescimento inorgânico do banco.

“Com a Young levaremos às diversas faculdades do país nossas soluções de crédito e cash management, pilares em que somos especialistas. Vamos desburocratizar as rotinas deste setor tão importante para o nosso país”, diz a executiva.

A área de pagamentos do BS2 movimentou R$ 271,5 bilhões em 2023, uma alta de 26% em relação ao ano anterior.

De acordo com Vinicius Bandeira de Mello, head de M&A e Corporate Development do BS2, este é mais um exemplo de parceria que o banco busca dentro de sua iniciativa de CVC. 

“Queremos companhias com DNA tecnológico, que nos permitam inserir a jornada financeira do banco em ecossistemas que originalmente nasceram com um outro foco”, diz. “Vemos esse tipo de movimento como algo natural no mercado, cada vez mais recorrente”, destaca Vinicius, em comunicado.

O movimento do BS2 lembra o que o Itaú fez em 2019, quando comprou uma fatia da Pravaler, plataforma de crédito estudantil. Com mais de 50 mil alunos atendidos, o Pravaler captou no ano passado R$ 242 milhões para o seu maior e mais longevo FIDC, o fundo “Crédito universitário I”, de 2007.

Com 75% do market share do financiamento estudantil no país, o Pravaler já atendeu mais de 300 mil pessoas e repassou mais de R$ 8 bilhões ao setor educacional. A meta da empresa é atingir, até 2025, a marca de R$ 10 bilhões, beneficiando 1 milhão de alunos.

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