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Por que a Apple comprou uma fintech?

A big tech fez a aquisição da Credit Kudos, startup de open banking britânica, que ajuda credores a tomarem melhores decisões. Entenda!

Por que a Apple comprou uma fintech?

Apple Card é uma opção de serviço financeiro da Apple Foto: Unsplash

, jornalista

3 min

29 mar 2022

Atualizado: 19 mai 2023

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Por Sabrina Bezerra

Apple está de olho (mesmo) no mercado de fintech. A novidade da vez é que a big tech comprou a Credit Kudos — startup de open banking britânica — que ajuda credores a tomarem melhores decisões. A informação foi contada por fontes para o site The Block. Com o acordo, a fintech foi avaliada em US$ 150 milhões.

O negócio sugere que a empresa comandada por Tim Cook queira reforçar a aposta em tecnologias de pagamento. O que faz sentido, visto que a big tech tem investido ao longo dos anos no segmento — com soluções como Apple Pay, sistema de pagamento por aproximação e carteira digital; e Apple Card, cartão de crédito que a empresa lançou em parceria com a Goldman Sachs nos Estados Unidos.

E a aquisição nesta história? Esta não é a primeira compra da empresa. Segundo uma fonte da CNBC, a Apple costuma comprar startups de tempos em tempos para incrementar seus próprios serviços. No entanto, a Credit Kudos ajudaria, por exemplo, a potencializar o Apple Card e lançá-lo no Reino Unido. Além disso, pode ser uma boa sacada investir numa fintech britânica. Afinal, o Reino Unido é considerado o berço do open banking.

MAS AFINAL, O QUE FAZ A CREDIT KUDOS?

A startup desenvolveu um software que usa dados bancários dos consumidores para fazer verificações de crédito em pedidos de empréstimo. Na prática, por meio de inteligência artificial cria alternativas para a classificação de crédito.

POR QUE IMPORTA?

Apesar do mistério por parte das empresas, o negócio mostra outras possíveis frentes que a Apple está de olho. Uma delas é o “Compre Agora, Pague Depois” — que apesar de ser popular no Brasil, no exterior começa a dar os primeiros passos agora. Isso porque, segundo Simon Taylor, da consultoria fintech britânica 11:FS, o open banking é a chave para o BNPL (buy now, pay later). “Em vez de forçar os consumidores a fazer um crédito total apenas para comprar uma jaqueta de US$ 50, por que não verificar rapidamente sua acessibilidade e crédito diretamente de sua conta bancária?”, diz.

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Sabrina Bezerra é jornalista especializada em carreira e empreendedorismo. Tem experiência há mais de cinco anos em Nova Economia. Passou por veículos como Pequenas Empresas e Grandes Negócios e Época NEGÓCIOS.

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