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Além dos chatbots: como o OpenClaw e os agentes de IA vão transformar as operações de negócios

Na economia de IA, há uma inversão de controle: quem está trabalhando para quem?

Além dos chatbots: como o OpenClaw e os agentes de IA vão transformar as operações de negócios

Peter Danenberg, do Google DeepMind, direto para o Brasil, no palco do AI Festival da StartSe

Bruno Lois

, Editor

3 min

13 mai 2026

Atualizado: 13 mai 2026

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Peter Danenberg é Senior Software Engineer no Google DeepMind, onde lidera a prototipagem rápida para a plataforma Gemini. 

Sua trajetória no Google inclui contribuições fundamentais para produtos que chegaram a dezenas de milhões de usuários diários — entre elas o lançamento das extensões do Bard para 1,8 milhão de usuários e a engenharia do gerador de intenções em C++ que sustenta o Google Assistant em aproximadamente 28 milhões de consultas diárias. 

Ele esteve no palco do AI Festival hoje, falando especificamente como o Openclaw e a IA de modo geral estão transformando os negócios. 

Danenberg é um pensador que transita com desenvoltura entre engenharia de ponta, filosofia e cognição. Para ele, os LLMs estão se tornando uma interface universal sobre modelos menores e altamente especializados — e não necessariamente a camada de processamento final.

No AI Festival, Danenberg trouxe conceitos como orquestração, memória, identidade, permissões, observabilidade e governança. 

A mensagem principal é que agentes de IA bem construídos são, em 90%, engenharia de software sólida — e que a diferença entre pilotar e transformar uma operação está justamente nessa camada que a maioria das empresas ainda subestima.

Peter trouxe dois casos pessoais sobre como os agentes tornam tudo mais fácil: ele abriu seus dados e o agente conseguiu fazer sua declaração de imposto de renda. Em outro caso, o agente de IA fez em 9 minutos o que a mãe de Peter levou 9 meses para fazer, na tarefa de reconstruir a casa da família que passou por sinistro de incêndio.

Danenberg adianta um experimento que está trabalhando de um agente de “ambient model”, que acompanha a pessoa durante o dia todo. Em vez de um chatbot, ele é como um “aliado”, que acompanha a pessoa. O agente que Peter está testando é capaz de “ler” o que ele escreve com caneta e papel.

Grave este termo: ambient model. É possível que você ouça muito falar desse assunto nos próximos meses. 
 

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Jornalista e Copywriter. Escreve sobre negócios, tendências de mercado e tecnologia na StartSe.

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