Startup concorrente da Uber tenta se vender para GM, Apple, Google, Didi Chuxing e até para o próprio rival

Da Redação

Por Da Redação

22 de agosto de 2016 às 15:04 - Atualizado há 4 anos

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O Lyft é a principal alternativa ao Uber para quem vai aos Estados Unidos, mas vem perdendo a batalha global contra o seu rival – e talvez seja a hora de vender a companhia para outro dono e ir buscar outros rumos. Pode ser o que aconteça no futuro, com rumores apontando que a empresa está procurando um comprador.

Tudo começou com notícias de uma suposta oferta de US$ 8 bilhões da GM pelo aplicativo. A companhia já investiu cerca de US$ 500 milhões no início do ano no Lyft e tem grandes interesses em deixar de ser apenas uma montadora para se tornar uma “companhia de mobilidade”. Pois bem, o fato é que o Lyft tinha o dever fiduciário perante seus investidores de estudar uma possível aquisição… e aí o assunto caiu na net.

A empresa contratou bancos de investimento para lhe assessorar na busca de compradores. E eles bateram na porta da própria GM, Apple, Google e até do Didi Chuxing (o concorrente que expulsou o Uber da China) e até do rival Uber. Apple e Google recusaram de cara. Didi Chuxing disse que não tem interesse em entrar no mercado americano, onde teria a competição do Uber e provavelmente seria outra corrida para ver quem perde menos dinheiro.

Enquanto isso, o Uber (uma empresa conhecida por marketing de alto impacto) disse sim. Se pudesse comprar o Lyft por US$ 2 bilhões. Ah, e fizeram isso publicamente. O pessoal do Lyft ficou (evidentemente) ofendido e disparou contra o Uber na imprensa americana, dizendo que esta não era a primeira vez que a companhia, avaliada em US$ 68 bilhões, tentava se meter nos assuntos do Lyft.

E foi além: disse que tudo isso não se passava de um dever que a companhia tinha em avaliar as propostas e vender a companhia caso isso fosse bom para os acionistas. Contudo, lembravam, o Lyft ainda tinha US$ 1,4 bilhão no banco e ia continuar sua briga contra o Uber nos Estados Unidos – que continua sangrando o caixa de ambas as companhias.

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