Rodrigo Borges, fundador do Buscapé, estará presente no FIRE 2017

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Por Lucas Bicudo

14 de agosto de 2017 às 18:40 - Atualizado há 3 anos

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Nos dias 15 e 16 de agosto, em Belo Horizonte, acontecerá o FIRE 2017, evento referência em marketing e empreendedorismo digital na América Latina, promovido pela Hotmart.

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Entre os palestrantes, está Rodrigo Borges, fundador do Buscapé, investidor em mais de 10 startups e sócio da DOMO Invest, asset de Venture Capital. Borges adiantou ao StartSe um pouco do que vai contar no evento. Confira:

“É um prazer participar de um evento desta magnitude e poder compartilhar com empreendedores presentes alguns requisitos que, quando são aplicados no início da operação, com certeza, diminuem a chance de errar. Como empreendedor e investidor de várias startups, consigo identificar alguns critérios essenciais para alavancar o negócio, tais como um bom time, o momento certo para começar a jornada e a ideia. De acordo com Bill Gross, do Idealab, os cinco principais fatores de maior sucesso em mais de 200 empresas, são: timing (42%), time e execução (32%), ideia (28%), modelo de negócio (24%) e investimento (14%).

No que diz respeito às pessoas que formam uma startup, é preciso ter empreendedores que assumam riscos e estejam comprometidos com o negócio no longo prazo. Buscar sócios que tenham habilidades complementares, ou seja, compondo um time heterogêneo, podem fazer com que o business deslanche com mais força ainda. De todos eles, é preciso contar com velocidade na execução das ações, com uma estratégia clara e sempre mantendo o foco. Criar uma marca sólida e com propósito, de liderar os demais colaboradores da startup para um objetivo comum, também é fundamental. O caminho é longo e a pressão no dia a dia é absoluta, pois exige muitas e muitas noites sem dormir, mas acaba valendo a pena.

Nota-se então que, o momento, o timing de abertura de um novo negócio é imprescindível para contribuir com o desenvolvimento do mesmo. Por isso, o empreendedor precisa se perguntar se o que ele está propondo tem aderência com o momento de mercado. Às vezes, a ideia pode ser genial. No entanto, o timing pode botar tudo a perder. Por exemplo, de que adiantaria lançar um programa como o Waze, caso não se tivesse a infraestrutura de banda larga que se tem hoje? Nada. O negócio iria por água abaixo. Portanto, não é só a ideia que precisa ser levada em consideração, porque a avaliação de cenário macro e micro tem de ser levada a sério e desde o princípio.

Passando para o último ponto, a ideia, o empreendedor precisa ter certeza de que está mesmo resolvendo um problema real, de que existe demanda para suprir a oferta em questão. A ideia não precisa ser nada de mirabolante, algo da Nasa ou coisa parecida. Desde que resolva um problema da sociedade. Afinal, competição existe em qualquer mercado e o bom empreendedor sabe lidar com a concorrência como um fator de estímulo para buscar, recorrentemente, a excelência em seu negócio”.

Mais informações aqui.

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