Como a economia compartilhada está impactando o varejo

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Por Isabela Borrelli

21 de agosto de 2018 às 16:50 - Atualizado há 2 anos

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A economia compartilhada baseia-se no compartilhamento de serviços ou ativos entre indivíduos, geralmente via internet. Cada vez mais ela faz presente no dia a dia, e os dois maiores exemplos dela são o Uber e o AirBnB, que transformaram as indústrias mobilística e hoteleira ao redor do globo. Mas os efeitos dessa economia não se limitam a duas indústrias.

Uma das que está sendo muito afeta é o varejo. “Vejo economia compartilhada ajudando nas operações, como pessoas físicas fazendo entregas, lojas se tornando ponto de retirada de outras marcas, Uber, bicicletas, e outros fazendo entregas”, afirma Arthur Blaj, fundador da Livo, loja de óculos que promete trazer produtos com design único e preço acessível.

Segundo a eConsultancy: 86% dos adultos norte-americanos que estão familiarizados com a economia compartilhada concordam que ela torna a vida mais acessível, 76% concordam que é melhor para o meio ambiente e 63% dizem que é mais divertido do que interagir com empresas tradicionais. Além disso, segundo a BazaarVoice, 73% dos millenials afirmam fazerem compras diretamente no smartphone.

Diante desses números, o varejo precisa se reinventar e isso não significa apostar tudo em lojas físicas, pelo contrário: “Eu não vejo de jeito nenhum a morte do varejo físico. Ele sempre vai ser peça fundamental da experiência de uma marca e hoje até os maiores players da internet estão abrindo pontos físicos, como a Amazon!”, defende Blaj.

Não só e-commerces estão caminhando para o mundo físico, como também outras formas de conquistar os clientes na economia compartilhada estão sendo grandes apostas de varejistas. Assim como Blaj citou, uma das tendências é a melhora na logística da empresa, a partir da qual entregas podem ser realizadas de forma mais rápida, prática e barata!

Outra é a que marcas como Sephora e Target estão apostando: uma assinatura de serviços que permite que clientes recebam amostras e previews de produtos de beleza. A fórmula chega como uma solução interessante, pois ao mesmo tempo em que é possível oferecer uma grande variedade para os clientes, também é um jeito de garantir uma receita fixa por mês.

Arthur Blaj estará no VarejoTech Conference, onde falará muito mais sobre as tendências no mercado, assim como o Digitally Native Vertical Brands no Brasil e mais! Garanta a sua vaga: inscreva-se!