Rappi é processada nos EUA por suposto roubo de segredo comercial

O fundador da Rappi está sendo acusado de utilizar informações de terceiros para lançar a Rappi; empresa afirma que alegações são “objetivamente incorretas”

Tainá Freitas

Por Tainá Freitas

15 de janeiro de 2020 às 17:30 - Atualizado há 1 mês

Rappi

A Rappi está sendo processada em um país em que não opera. Três empreendedores colombianos – país no qual a empresa foi criada – abriram um processo em São Francisco por suposto roubo de segredos comerciais.

Simon Borrero, fundador e CEO da companhia, está sendo acusado de roubo de informações. Em 2015, ele trabalhou na empresa de desenvolvimento “Imaginamos” e foi responsável por cuidar de um aplicativo de delivery chamado “Kuiky”, que não chegou a ser lançado. A acusação é de que ele teria usado as informações em benefício próprio para criar a Rappi. As informações são da Bloomberg, que teve acesso ao processo.

Em um comunicado, a Rappi afirmou que as alegações são “objetivamente incorretas”. A companhia afirma ter registrado sua marca na Colômbia e o domínio na internet em 2014.

A notícia do processo foi divulgada no mesmo período em que a empresa afirmou que irá demitir 6% de seus funcionários na América Latina, mercado em que a companhia atua.

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