Plant Impact acaba de levantar US$ 5,1 milhões para aprimorar culturas

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Por Lucas Bicudo

28 de agosto de 2017 às 17:07 - Atualizado há 3 anos

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A Plant Impact acaba de levantar US$ 5,1 milhões da Bolsa de Valores de Londres. Essa agrotech faz insumos de aprimoramento de culturas (também chamados de bioestimulantes) usando química sintética. Os principais acionistas incluem a empresa de capital privado Living Bridge, a empresa de capital de risco Enterprise Ventures e as empresas de gestão de ativos Polar Capital, New City Investment Managers e FIL Investments, uma subsidiária da Fidelity.

Todos os produtos da Plant Impact utilizam derivados sintéticos de moléculas naturais. A empresa mapeia caminhos dentro das plantas para entender as moléculas-chave necessárias para desencadear as reações desejadas, como crescimento mais rápido, mais prolífico ou maior dependência de pragas ou estressores ambientais.

Os dois principais produtos da empresa melhoram a mobilidade de cálcio em plantas de soja para torná-las mais resistentes e aumentar o rendimento global.

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O aporte é para o desenvolvimento do estágio final de vários produtos no pipeline de pesquisa e desenvolvimento da empresa. Os próximos produtos da Plant Impact serão um novo spray foliar para soja, bem como tratamentos de sementes iniciais, uma categoria de produto totalmente nova para a startup.

Embora há quem não concorde, o CEO John Brubaker diz que sua agrotech trabalha com produtos químicos devido à sua confiabilidade. “Nós pensamos que o trabalho para a indústria de bioestimulantes é vender produtos que funcionem. Não estou inteiramente certo de como o setor de [melhoramento de culturas] se tornou sinônimo de produtos biológicos. A indústria pode estar procurando produtos que não são fabricados e não pesticidas. Nunca tivemos uma questão ética ou ambiental com produtos químicos”.

Brubaker assumiu o cargo de CEO em 2011 e a empresa trouxe seu produto de melhoria de culturas Veritas para o Brasil em 2013, que continua sendo o principal mercado da empresa. No ano passado, a empresa lançou escritórios nos EUA e na Argentina, os outros dois dos três principais países produtores de soja.

(via AgFunder News)

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