Não existem elementos para proibir funcionamento do Uber

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Por Júlia Miozzo

4 de setembro de 2015 às 18:06 - Atualizado há 5 anos

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SÃO PAULO – Apesar da insatisfação dos taxistas com o Uber e outros aplicativos de carona, um estudo elaborado pelo Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) mostrou que não existem elementos econômicos que justifiquem a sua proibição.

Segundo o Estado de S. Paulo, foi feita a análise dos dois tipos de transporte individuais – Uber e táxi – para observar os possíveis desdobramentos da manutenção ou proibição do mecanismo. A conclusão é de que o mercado o Uber pode substituir os carros particulares e táxis para certos consumidores e, por isso, poderia acarretar na redução de preços nas corridas de táxis, do aluguel de carros de passeio e até dos valores de carros novos e usados.

Nem mesmo os motoristas de táxi que não são donos das licenças poderiam se prejudicar, aponta o documento – já que poderiam usar os serviços do aplicativo ou entrar no mercado de caronas pagas. “A proibição ou banimento de qualquer solução que traga aumento de bem-estar a um grupo de consumidores seria desnecessária e contraproducente”, aponta o documento. “Para, além disso, elementos econômicos sugerem que, sob uma ótica concorrencial e do consumidor, a atuação de novos agentes tende a ser positiva”.