Loggi contrata 1.000 engenheiros para Brasil e Portugal

José Eduardo Costa

Por José Eduardo Costa

27 de setembro de 2019 às 16:45 - Atualizado há 11 meses

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A Loggi, startup de tecnologia que conecta o Brasil por meio de entregas expressas, tem como desafio acompanhar, em tempo real, toda a jornada da carga até o cliente final, para que ele fique satisfeito com o atendimento.

“Estamos investimento muito em tecnologia e pessoas para cumprir nossa missão”, disse Ariel Herszenhorn, vice-presidente de expansão da Loggi, na conferência Logística Innovation Day, realizada pela StartSe, nesta sexta-feira, em São Paulo.

A startup abriu 1.000 vagas para engenheiros trabalharem no Brasil e em Portugal, onde a Loggi vai abrir um escritório nos próximos meses. Candidate-se aqui.

Em junho, a Loggi se tornou o mais novo unicórnio brasileiro, como são chamadas as novas empresas  avaliadas em US$ 1 bilhão. A startup atingiu este valor de mercado após uma rodada de investimentos no valor de US$ 150 milhões, feita pelos fundos de investimento SoftBank, GGV Capital, Fifth Wall e Velt Partners, além da Microsoft.

Com este dinheiro, a empresa está investindo agressivamente no seu crescimento. A expansão dos negócios da Loggi está baseada na ampliação do seu modelo de agência (pontos de onde saem as entregas para os consumidores), no crescimento do serviço de delivery, dado que segundo a empresa o brasileiro cozinha cada vez menos em casa, e no aumento do atendimento às operações de varejo online.

No último semestre, segundo dados da startup de tecnologia para logística, 5 milhões de brasileiros aderiram a compra por e-commerce. Parte deste crescimento se deve a maior conveniência do serviço. Segundo Herszenhorn, São Paulo foi a primeira cidade brasileira a implementar a entrega “same day/next day” há pouco mais de um ano.

Leia mais: Fabien Mendez, CEO da Loggi: “Quero fazer 5 milhões de entregas por dia até 2020”