Housi, startup de moradia on demand, atrai investidores ao mercado imobiliário

Em entrevista exclusiva à StartSe, o investidor Eduardo Rodriguez revela que a gestão digital baseada em dados da Housi está aumentando a rentabilidade de imóveis residenciais

Avatar

Por Da Redação

9 de dezembro de 2019 às 18:50 - Atualizado há 3 meses

O paulistano Eduardo Rodriguez se descreve como um investidor agressivo. Acostumado ao mercado de startups, ele sempre está com o radar ligado para negócios de alta rentabilidade e, portanto, sujeito a riscos. Há pouco menos de dois anos, ele tornou-se ativamente um investidor do mercado imobiliário, por acreditar no modelo de gestão digital baseado em dados da Housi

A Housi é uma gestora digital de imóveis residenciais. A startup, que surgiu como uma spin-off da construtora Vitacon, criou um modelo de gestão inteligente, com tecnologia de inteligência artificial, que maximiza a rentabilidade dos apartamentos e torna a experiência de morar mais prática e flexível. O preço do aluguel dos apartamentos varia de R$ 100 a R$ 300 por noite ou R$ 1800 a R$ 6500 por mês e, por enquanto, estão disponíveis apenas na cidade de São Paulo.

Atualmente, Rodriguez tem um apartamento sob gestão da Housi no bairro do Brooklyn, desde o início de 2018. Além disso, o investidor tem outro imóvel em fase final construção e uma participação em um prédio da Vitacon, cujas unidades também ficarão na plataforma digital da startup. 

Processo de maturação

Antes de conhecer o modelo de moradia idealizado pela HOUSI, Eduardo Rodriguez nunca havia investido no setor. “Só de imaginar a dor de cabeça de ter um inquilino, fazer a gestão de pagamentos, lidar com burocracia e manutenção do imóvel ou pagar as taxas das imobiliárias tradicionais, eu já desistia de entrar no mercado imobiliário residencial”, conta. 

A solução “360”, por outro lado, chamou a atenção do investidor pela praticidade e, principalmente, possibilidade de retorno financeira. “Só decidi investir neste mercado quando apareceu esta solução completa, desde a entrega do imóvel, passando pela decoração até toda a gestão para a locação”, explica Rodriguez. 

Em 2018, no entanto, a rentabilidade não era o esperado e a ocupação média do imóvel estava entre 30 e 40%. Com ampla experiência em investimentos, inclusive em startups, Eduardo entrava em contato com Alexandre Frenkel, fundador da Housi, para cobrar resultados. “Sabia que estavam passando por um processo de maturação da solução e que o retorno viria, mas precisava zelar pelo meu capital”, revela. 

Com o tempo, a base de dados da plataforma se tornou mais robusta e o número de clientes cresceu. Em 2019, a ocupação do imóvel do investidor paulistano chegou próxima a 80% e a rentabilidade tornou-se vantajosa em comparação a investimentos bancários tradicionais. “Após o processo de maturação, o investimento passou a fazer todo o sentido”, avalia Rodriguez. “Tenho certeza de que isso é por conta do maior número de dados de oferta e demanda que a Housi tem hoje”. 

Tecnologia para investimentos

A tecnologia está presente em todas as etapas do modelo de negócio da Housi. A análise dos dados do mercado, que alimentam o software de inteligência artificial da startup, apresenta o melhor preço de decoração do imóvel para aumentar a ocupação. O sistema distribui os anúncios em mais de 50 plataformas digitais com uma precificação dinâmica baseada na oferta e demanda. 

“Dados e informações estão sempre a favor dos investidores”, avalia Eduardo Rodriguez. Na visão do paulistano, a tendência é que a rentabilidade dos imóveis na plataforma digital da Housi seja melhor conforme a base de dados cresce. Por isso, acreditou no negócio lá no início, quando a disponibilidade de dados ainda não era tão grande. “É como investir em startups”, compara. 

Para os investidores, a Housi envia um relatório digital mensal com todas as informações de rentabilidade e ocupação dos seus imóveis e promove um canal de comunicação direto para atendimento. Apesar de acreditar no potencial da tecnologia em todos seus investimentos, Rodriguez se descreve como um profissional analógico. “Meu perfil, como investidor e como pessoa, é muito mais voltado para a relação humana. Tudo que eu preciso eu resolvo pelo atendimento via WhatsApp da Housi ou no contato direto de algumas pessoas da equipe que me atendem”, explica. 

Fundo imobiliário

Além de proprietário de dois imóveis – um sob gestão da Housi e outro em fase final de construção – Eduardo Rodriguez tem participação em um edifício inteiro da Vitacon. Para o paulistano, este modelo de investimento é interessante pelo volume de apartamentos que um único prédio coloca na plataforma da Housi. 

A ideia da startup, para acelerar o crescimento, é ampliar a oportunidade para esta linha de investimento, que prioriza o volume de novos imóveis na plataforma digital. Neste sentido, foi criado um fundo de investimento imobiliário para adquirir propriedades e aplicar o modelo de gestão inteligente da Housi. O período de reservas está aberto até o dia 16 de dezembro e permite investimentos a partir de R$ 1 mil. Para conhecer mais sobre o fundo imobiliário, acesse este link.

*Este conteúdo foi realizado em parceria entre a StartSe e a Housi.