Guerra da privacidade de dados: por que estão deixando o WhatsApp?

Tainá Freitas

Por Tainá Freitas

22 de janeiro de 2021 às 08:47 - Atualizado há 1 mês

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O WhatsApp é o aplicativo mais popular de conversação no mundo. Em novembro de 2020, também foi o aplicativo mais baixado na App Store e Google Play, de acordo com a Sensor Tower. No entanto, uma notícia fez com que este número de downloads diminuísse e que os usuários começassem a migrar para os concorrentes — o WhatsApp passará a compartilhar os dados dos usuários com o Facebook.

A notícia, anunciada em janeiro deste ano, não foi bem recebida pelo público. Isso porque, dentre os usos, está a segmentação para publicidade. Com esta medida, após mencionar uma marca de colchão no WhatsApp, é muito provável que ela passe a aparecer nas propagandas em outras redes sociais.

A força dos concorrentes

A mudança já é perceptível: o Signal, concorrente do WhatsApp, havia sido baixado 246 mil vezes na semana anterior ao anúncio. Na semana seguinte, este número aumentou para 8,8 milhões de usuários. As informações são da Sensor Tower.

O Signal se diferencia dos concorrentes por ser um aplicativo de código aberto e afirmar não guardar nenhum dado dos usuários. O app ganhou força após ser apoiado por personalidades como Elon Musk, o CEO da Tesla, e Edward Snowden, ex-agente da CIA que tornou público detalhes da espionagem americana.

Um movimento semelhante também aconteceu com o Telegram. O app havia conseguido 6,5 novos downloads na semana anterior ao anúncio. Sete dias depois, este número cresceu para 11 milhões. A empresa comemorou ter ultrapassado o marco de 500 milhões de usuários.

Qual é o impacto dessas mudanças no mercado? O assunto foi analisado por Junior Borneli e Piero Franceschi da StartSe. Dê o play para conferir: