Fundo imobiliário permite investir a partir de R$ 1 mil na gestão inteligente da Housi

Da Redação

Por Da Redação

12 de dezembro de 2019 às 17:41 - Atualizado há 8 meses

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A Housi é uma startup que está reinventando a moradia com um modelo de gestão digital de imóveis residenciais baseado em dados. A empresa, que nasceu como spin-off da construtora Vitacon, acredita no conceito de moradia on demand, que flexibiliza o aluguel e dispensa longos contratos e a burocracia tradicional do setor. Para ampliar a oferta de apartamentos na plataforma, a Housi mira a aquisição de propriedades por meio de um fundo imobiliário.

O Fundo Imobiliário Housi permite investimentos a partir de R$ 1 mil e está com período de reservas aberto até o dia 16 de dezembro. Para conhecer mais sobre o fundo, clique aqui.

“Percebemos que tem muita gente que quer entrar neste mercado, mas não tem o capital inicial para comprar um imóvel. Então, desenvolvemos esta alternativa que é o Fundo Imobiliário Housi”, explica Alexandre Frankel, CEO da Housi, à StartSe. “Ele passou por toda a fiscalização e auditoria dos órgãos regulamentares e pode ser negociado na bolsa de valores, o que confere liquidez ao investidor caso ele queira comercializar sua cota”, destaca. O Fundo Imobiliário conta ainda com isenção de tributos, o que traz ainda mais rentabilidade ao investidor.

“Temos uma meta muito ambiciosa de chegar a um milhão de moradias em um período de cinco anos”, revela Frankel. “Queremos gerir prédios inteiros por meio de parcerias com incorporadoras, edifícios que estão vazios, apartamentos de investidores individuais e novas propriedades que serão adquiridas por meio do fundo”. Presente na cidade de São Paulo, a ideia do empreendedor é chegar à maioria das capitais do país em 2020.

A Housi distribui as ofertas de aluguéis em mais de 50 plataformas digitais, com precificação dinâmica baseada em dados que maximiza a ocupação e rentabilidade dos imóveis. Neste sentido, a startup cria uma nova oportunidade de investimento no mercado imobiliário, distanciando-se do modelo tradicional que resultou em um déficit de moradia relevante no cenário brasileiro.

Romero Rodrigues (esquerda), sócio do fundo Redpoint Ventures, que investiu R$ 50 milhões na Housi, de Alexandre Frankel (direita)

Mercado imobiliário

Segundo levantamento realizado pela FGV, o déficit habitacional atingiu nível recorde no Brasil. Entre 2007 e 2017, ele cresceu 7% e chegou a 7,8 milhões de moradias em falta. Este cenário alarmante cria, por outro lado, uma boa oportunidade de investimentos no setor. “Além do déficit acumulado, há a previsão, para os próximos dez anos, de um número crescente de pessoas buscando sua primeira casa. Não se constrói unidades suficientes para suprir esta necessidade nacional”, avalia Alexandre Frankel.

“Com certeza, portanto, é um mercado que precisa de investidores, que precisa de capital, porque há demanda”, afirma o CEO da Housi. Com auxílio das novas tecnologias de gestão imobiliária, como inteligência artificial aplicada à precificação e distribuição das ofertas de apartamentos, este capital torna-se ainda mais produtivo – o que é bom para o investidor e para solucionar o problema da moradia em grandes centros urbanos.

Para saber como fazer parte da transformação da moradia, conheça o Fundo Imobiliário Housi.

*Este conteúdo foi realizado em parceria entre a StartSe e a Housi.