Farinha de pipoca é fit e está virando moda no mundo das startups

Desempregada, designer inventou estilos de pipoca funcional, juntando o amor dela e dos filhos pelo aperitivo a um estilo de vida saudável

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Por FoodVentures

2 de agosto de 2018 às 15:55 - Atualizado há 2 anos

A farinha de pipoca é uma farinha multifuncional feita com o milho de pipoca, sendo este totalmente expandido e processado em moinhos. O resultado é um produto leve, de baixa caloria, rico em antioxidantes e fibras.

A empresa responsável por popularizar a farinha fit, Pipoca de Colher, foi criada com o objetivo de produzir delícias saudáveis. Seu nome também consta entre os finalistas do Start-up Innovation Challenge – desafio promovido pela Food Ingredients South America, a fim de escolher o produto alimentício mais inovador presente no mercado.

A Pipoca de Colher oferece produtos como Pipocas de Chocolate Fit, Pipoca Detox, Pipoca Picante, Pipoca TPM Free, Farinhas de Pipoca e as Misturas de Waffle, Bolo de Chocolate, Bolo de Chocolate sem açúcar e a Crepipoca, todas as misturas são feitas com farinha de pipoca.

                         Fonte: Veja RJ

A fundadora da empresa, Sabrina Schmidt, se inspirou nos hábitos dos filhos para criar seu negócio, experimentava diversas receitas inusitadas e gostosas. Ao perceber que poderia unir a paixão pela pipoca à uma vida saudável, desenvolveu diversas receitas que não utilizam açúcar branco e outros gorduras ruins.

As pipocas utilizadas nas receitas são estouradas no ar quente e feitas com misturas de ingredientes focados no melhor funcionamento do organismo.  São ricas em fibras, antioxidantes e fonte de carboidratos de baixo índice glicêmico e proteínas. As versões doces são feitas sem gordura, com açúcar orgânico, farinha de linhaça, temperos e especiarias naturais.

Em 2015, os produtos da Pipoca de Colher eram vendidos em feiras e logo as parcerias com distribuidores foram surgindo. Hoje, o faturamento mensal da Pipoca de Colher chega a R$ 50 mil e sua produção, que antes era na casa da própria criadora, hoje ocupa três andares de um prédio na Tijuca e consome uma tonelada de milho ao mês.

Sabrina Schmidt e sua Pipoca de Colher – Fábio Rossi/ Agência O Globo